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quarta-feira, 3 de outubro de 2018

Musculação: exercícios, benefícios e dicas


A musculação é o levantamento de pesos, seja com halteres ou aparelhos específicos, e seu objectivo é a hipertrofia dos músculos. Mas a carga de treinamento de musculação pode sofrer mudanças caso a execução dos exercícios varie muito entre as séries. Muitas variáveis do treinamento da musculação dependem da boa execução dos exercícios,
E, no caso da musculação, alguns truques fazem mesmo a diferença (e explicam porque seu amigo, que começou a fazer exercícios na mesma época que você, já está com o corpo bem mais definido).

Benefícios da musculação 
Difícil encontrar quem seja fanático por musculação, diferente do que acontece com corrida, natação ou ciclismo, por exemplo. 

O preconceito contra o treino baseado em repetições com cargas, no entanto, acaba colocando em segundo plano parte dos benefícios que ele oferece - deixar os músculos definidos e tonificados é só começo.

Acelera o metabolismo: Que tal emagrecer mesmo fora da academia? A musculação torna isso possível. o tecido muscular continua gastando energia mesmo quando estamos parados. O mesmo não acontece com o tecido adiposo. Praticar musculação aumenta o tamanho dos músculos e diminui e quantidade de gordura do corpo. Isso faz com que o nosso organismo fique mais eficiente já nos primeiros dias de treino

Deixa o corpo jovem: Tanto homens quanto mulheres começam a perder massa muscular mais acentuadamente a partir dos 30 anos de idade. Esse processo pode causar falta de equilíbrio e diminuir a coordenação motora em idosos que não praticam atividades físicas. Para ficar com as funções do corpo intactas e com a aparência mais jovem, fazer aulas de musculação quatro vezes por semana é o suficiente. "Além de barrar o processo de perda muscular, fazer musculação também combate a formação de acúmulo de gordura, processo mais comum depois dos 30 anos de idade e que deixa o corpo com aparência de mais velha", diz a personal trainer Paula Loiola

Perda de gordura e ganho de músculos: Quem está começando a praticar musculação pode ganhar peso. "Há um aumento na massa muscular antes da perda de gordura, já que esse tipo de exercício aumenta a circulação e a retenção de líquido nos músculos", diz Paula Loiola. Depois de quatro semanas, já é possível notar a perda de gordura. "Essa troca, além de propiciar a perda de peso e deixar os músculos mais aparentes", afirma a personal trainer

Protege os ossos: Os músculos servem como um colete para o nosso esqueleto. Quando nossa musculatura está em forma e tonificada, as chances de fratura óssea são menores. Ela também diminui as chances de osteoporose, já que, quando fazemos exercícios intensos, há absorção de cálcio pelos ossos. "Ter músculos mais preparados protege as articulações, evitando torções e lesões causadas por outros exercícios", afirma o fisiologista Raul Santo.

Erros mais comuns na hora de fazer musculação

Deixar as costas curvadas: É essencial ficar atento à postura durante a prática dos exercícios. "O ideal é deixar a coluna ereta durante a execução dos movimentos para não causar lesões e sobrecarregar as articulações", explica a personal trainer Paula Loiola. Além disso, muitos problemas de dores nas costas são causados pela má-postura

Apertar demais a barra do aparelho: Quem força excessivamente as mãos nas barras por achar que isso gera melhores resultados deve tomar cuidado. O principal problema desse erro é o risco de sobrecarregar as articulações. Segundo o personal trainer Edson Ramalho, essa atitude só cansa as mãos, causando dores e fadiga nos antebraços. "O ideal é envolver a mão por completo na barra (os 5 dedos encaixados), e segurando sem forçar, apenas repousando os dedos", explica o especialista

Apressar as repetições nas séries: Se você é todo apressadinho na hora de realizar as repetições no aparelho ou com os pesinhos, fique atento para o que dizem os especialistas. "A velocidade moderada nas séries contribui para um trabalho mais eficiente, enquanto a rapidez descontrolada pode fazer com que você tenha fadiga muscular e não consiga terminar o treino", adverte Paula Loiola

Não ajustar os aparelhos de acordo com seu biótipo: Lembre-se de adequar os aparelhos de acordo com seu peso e altura sempre que for usá-los. Se estiverem mal ajustados, além comprometer a biodinâmica do exercício, trazem consequências como prejudicar a coluna lombar, forçar o músculo excessivamente e favorecer lesões.

Musculação no tratamento de sete doenças crônicas

Pensou em esculpir o corpo e ganhar formas bem definidas, a musculação logo surge como alternativa. Mas os benefícios desse tipo de actividade ultrapassam a estética: portadores de doenças crônicas, como osteoporose e DPOC (Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica), apresentam melhora nos sintomas e ganham qualidade de vida com os treinos regulares. "Em alguns casos, o exercício pode até diminuir a dependência de medicamentos.

Diabetes: Estudos recentes mostram que a musculação pode ser muito vantajosa para o portador de diabetes. "Isso porque as contrações musculares repetidas estimulam componentes da membrana celular. Isso faz com que as proteínas celulares carreguem mais facilmente a glicose para dentro da célula. Além de controlar o nível de açúcar no sangue, o exercício pode, a longo prazo, diminuir a dependência da suplementação de insulina", afirma o fisiologista

Hipertensão: O hipertenso tem os vasos sanguíneos mais resistentes, o que exige esforço redobrado do coração para conseguir mandar o sangue para todos os tecidos do corpo. O exercício com pesos - com carga leve à moderada - leva à formação de novos capilares sanguíneos. "Isso diminui resistência periférica dos vasos e a sobrecarga ao coração. E ainda aumenta a oferta de nutrientes, hormônios e oxigênio aos tecidos", afirma o médico do desporto. Se bem feita, a atividade ajuda no controle da doença e diminui a pressão arterial em repouso

Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica: Quem tem DPOC sabe que o enfraquecimento da musculatura é muito comum. Isso acontece porque a oferta de oxigênio aos músculos é limitada, já que a respiração é difícil. "A musculação ajuda a reverter a perda de massa muscular e de quebra pode melhorar a restrição pulmonar, já que o músculo treinado capta o oxigênio com mais facilidade", afirma o educador físico Ivaldo Larentis, especialista em musculação

Osteoporose: A tração que o músculo exerce sobre o osso quando é realizado o movimento da musculação estimula o remodelamento ósseo. "Ocorre um aumento da produção de células ósseas, da fixação de cálcio e da densidade do osso", afirma o educador físico Gustavo Neves Abade, treinador de corrida e condicionamento físico da Assessoria Branca Desportos - São Paulo. Mas o exercício merece atenção e orientação adequada, já que há risco de fracturas se o peso colocado estiver acima da capacidade do praticante

Obesidade: Todo indivíduo com obesidade sabe que deve fazer exercícios aeróbicos. Mas muitos acabam deixando a musculação para depois de emagrecer. Gustavo explica que associar a musculação ao treino aeróbico pode trazer benefícios até para o processo de emagrecimento. "O fortalecimento que a musculação proporciona ajuda a fazer actividades aeróbicas mais potentes por mais tempo, acelerando a queima de calorias. Além disso, músculos fortes consomem mais energia e aumentam o metabolismo basal, obrigando o corpo a consumir mais calorias para se manter"

Artrose: Quem tem artrose sofre com a diminuição e a fraqueza dos músculos que ficam ao redor da articulação comprometida. Exercícios bem direccionados de musculação ajudam a recuperar essa região, com a hipertrofia e o fortalecimento, melhorando directamente o caminhar e a qualidade de vida dos pacientes, que passam a sentir menos dores

Artrite reumatóide: O indivíduo que tem artrite reumatóide precisa de fortalecimento muscular para preservar a articulação afectada. As consequências da doença, como a dificuldade para andar, podem ser atenuadas com o treino. Mas é preciso muito cuidado ao praticar esse exercício, já que mal dosado ele pode aumentar a actividade inflamatória da articulação. "Lembre-se de consultar o seu médico, medicar-se adequadamente e fazer o exercício com muita cautela" orienta Raul Santo.

Diminua as séries e aumente as cargasMusculação - Foto: Getty Images

Geralmente, os professores indicam três séries, de doze ou quinze repetições e mesma carga, para cada exercício. Mantenha as três séries, mas varie a carga e o número de repetições. Comece com doze movimentos no peso que você encerrou o último treino e aumente o peso na segunda série, fazendo dez movimentos. Para terminar, aumente o peso novamente e faça oito repetições.

Combine exercícios
Musculação - Foto: Getty Images

Em vez de fazer um exercício de cada vez, combine dois deles para o mesmo músculo, intercalando as séries de um e de outro. Isso agiliza o ganho de massa, porque exige um pouco mais do músculo, potencializando o treinamento em geral.

Volte a carga bem devagar
Musculação - Foto: Getty Images

Na hora de erguer o peso, faça o movimento com máxima intensidade. Chegue ao limite e volte devagar. No retorno à posição de repouso, as fibras musculares sofrem microlesões, fazendo com que a recuperação leve ao aumento de músculos.

Esgote os músculos
Musculação - Foto: Getty Images

Após suas três repetições habituais, diminua o peso no aparelho (pode colocar uma carga de nível leve) e repita o movimento bem rapidamente, várias vezes. Pare apenas quando sentir queimar. Assim, seu músculo trabalha no limite e é obrigado a se fortalecer com urgência. Só não exagere, prevenindo-se de lesões que impediriam o treino.

Comece trabalhando músculos grandesMusculação - Foto: Getty Images

Isso exige maior esforço e os músculos pequenos atuam como auxiliares. Por exemplo: treine peito antes de treinar bíceps. Treine quadríceps antes de estimular os glúteos.

Combine aparelhos e peso livreMusculação - Foto: Getty Images

O exercício com peso livre, geralmente, é mais difícil de ser executado, enquanto o exercício com aparelho isola melhor o músculo.

Aumente a carga todos os treinosMusculação - Foto: Getty Images

Em vez de ficar por um mês trabalhando com a mesma carga, troque o peso a cada treino, de acordo com sua capacidade. Isso estimula seus músculos a se desenvolverem.

Espere um minuto entre as sériesAcademia - Foto: Getty Images

O ideal é descansar um minuto, repetindo a série com mais potencia. O intervalo é necessário para garantir a intensidade do treino.

Respire na hora certa
Musculação - Foto: Getty Images

Quando estiver na fase de contração muscular, inspire. E, na volta do movimento, expire. O trabalho dá mais energia para o treino e, pela contração do abdômen, protege sua coluna.

Durma bem
Dormir - Foto: Getty Images

O sono recupera o corpo para o treino do dia seguinte e libera hormônios que ajudam a aumentar a massa muscular.

Descanse o corpo
Descanse o corpo - Foto: Getty Images

Você precisa de, pelo menos, um dia de descanso entre um treino e outro. Esse tempo é necessário para o seu corpo se recuperar das micro-lesões ocorridas na musculação. Se quiser treinar durante todos os dias da semana, peça ao professor que divida seu treino em dois (um dia para braços, peito e costas e outro para pernas e glúteos, por exemplo)

Como a Nutrição desportiva pode melhorar o desempenho do atleta?

Aprenda a identificar e corrigir erros na alimentação através dos benefícios da Nutrição Desportiva

Nutrição e Desporto são áreas que se complementam e é difícil pensar em um sem abordar o outro. Muitas vezes, uma alimentação equilibrada não é suficiente para deixar o indivíduo saudável sem um exercício físico adequado. E para um atleta, é de extrema importância priorizar uma alimentação que trará, além de rendimento, uma boa saúde.
Mesmo sabendo da importância de trabalhar os dois temas de forma conjunta, surgem as perguntas: Qual a melhor forma de abordar a alimentação no desporto? Como posso melhorar o desempenho desportivo do meu cliente através do acompanhamento nutricional?
Nutrição hoje está  muito presente nas mídias e quase todo mundo acha que que domina os conteúdos da área, não é mesmo? Quem nunca trombou com aquele amigo ou amiga que deu uma dica da dieta "milagrosa" que viu em algum lugar? Além disso, por ser uma ciência ”nova”, muitas vezes nós profissionais nos deparamos com muitas mudanças de conceitos e temos que aprender a lidar com tal fato. Recebo diariamente no meu consultório pessoas com ideias já pré-formadas sobre o que é interessante ou não introduzir na alimentação.
O mercado relacionado ao desporto e actividade física está cada vez mais forte no Brasil e, antes mesmo de ajustes necessários à dieta, os indivíduos já estão fazendo uso de diversos suplementos alimentares. Na minha opinião, este é um dos maiores desafios do nutricionista hoje em relação ao auxilio à prática desportiva: fazer com que a pessoa entenda que, mais importante do que o uso de qualquer suplemento, é ajustar primeiramente a alimentação, pois é muito comum identificarmos algumas falhas na maneira como essa pessoa se alimenta.

 

Quais os principais erros alimentares cometidos no desporto?

https://www.iespe.com.br/wp-content/uploads/2016/06/como-a-nutricao-esportiva-pode-melhorar-o-desempenho-do-atleta-1.jpg 
É preciso ter consciência de que, além de introduzir uma nova alimentação, será preciso consertar alguns equívocos para que o acompanhamento desse atleta ou praticante de atividade física tenha os resultados esperados.
Vamos a um exemplo clássico: recebo com bastante frequência pessoas consumindo WheyProtein após o treino de resistência. Já se é sabido que o WheyProtein é um suplemento riquíssimo em leucina e insulinotrópico (ou seja, que faz estimulo ao hormônio insulina). Tanto a leucina quanto o aumento de insulina são capazes de estimular uma via importantíssima para a síntese proteína (mTOR), além de fornecer substrato (proteína) para que isso aconteça. Contudo, de nada adianta um estímulo à síntese proteica pós-treino se os ajustes de macronutrientes (carboidratos, proteínas e lipídios) e micronutrientes (vitaminas e minerais) de todo o dia não forem feitos. Isso não significa que os alimentos ou suplementos escolhidos são prejudiciais, mas que o seu uso sem o acompanhamento e dose devidos não vai produzir o efeito desejado e ainda pode ser prejudicial à saúde.
De acordo com a minha experiência trabalhando com Nutrição Desportiva, os três hábitos alimentares mais comuns no meio são:
1 º) Uso de suplementos alimentares de maneira não orientada ou orientados por profissionais não capacitados para tal, sem ajustar primeiro a alimentação.
2º) Supervalorização do consumo de proteína por praticantes de treinamento resistido (musculação). Nesse caso, uma boa distribuição energética ajustando proteína, carboidrato e gordura de acordo com o peso de cada indivíduo são muito mais eficazes.
3º) Consumo exagerado de carboidratos, muitas vezes de qualidade ruim, por praticantes de endurance e pouca valorização do consumo proteico pelos mesmos.
E essa alimentação incorrecta prejudica muito o atleta, que passa a ter dificuldade para alcançar seu objectivo, com queda de rendimento e pouca recuperação após a sessão de treino.
Diante do consumo incorrecto de alimentos e suplementos e da importância da Nutrição nesses casos, é comum que o profissional da área se pergunte: “quais desportos e/ou actividades físicas requerem um maior cuidado por minha parte?”. E a resposta é mais simples do que se pensa: todas!
A variedade de exercícios físicos na actualidade é realmente grande, sendo que alguns ganham mais repercussão na mídia e outros possuem práticas tão específicas que requerem um trabalho diferenciado de acompanhamento. Mas, apesar de não haver problema nenhum em se especializar no auxílio a um tipo de exercício que te interessa ou que está em voga, é muito importante ter em mente que toda actividade exige um grande cuidado.  A diferença vai estar na maneira em que será abordado cada caso, considerando sempre o que o cliente precisa em termos de performance e o que será mais saudável no seu dia-a-dia. É por isso que, entender como funciona a bioenergética dos tipos de actividades é de extrema importância para uma abordagem em Nutrição Desportiva e torna mais fácil a conduta diante da grande gama de actividades praticadas.

 

Como a Nutrição Desportiva pode melhorar o desempenho do atleta?

como-a-nutricao-esportiva-pode-melhorar-o-desempenho-do-atleta-3Até agora já sabemos que o trabalho da Nutrição auxilia o atleta e o praticante de exercícios na criação de uma rotina mais saudável e eficiente. Mas quais são os reais efeitos então de uma alimentação correta nesses casos?
Bom, em termos de resposta física à mudança alimentar, o acompanhamento nutricional é capaz de melhorar a formação de energia, aumentando o rendimento e, principalmente, ajudando na recuperação muscular e dos estoques de energia para que o atleta  possa cumprir as sessões de treino sem prejuízos de desempenho  e de saúde.


Por meio do acompanhamento nutricional, o atleta e/ou praticante de actividade física não é somente capaz de apenas manter um bom estado nutricional, com peso, percentual de gordura e massa muscular ideais. Com uma boa alimentação, ele passa a conservar um estado óptimo de macro, micronutrientes e compostos bioativos, que são de extrema importância para: uma boa formação de energia (melhora da função mitocondrial); um óptimo funcionamento de sistemas de defesa, melhorando a imunidade; combate ao stress oxidativo (gerado naturalmente pela actividade, mas que não deve estar em excesso!) e da inflamação, o que reduz em muito os riscos de lesões musculares e articulares; melhorar a produção hormonal; e corrigir desequilíbrios intestinais.


NUTRICIONISTA DESPORTIVO

                                     

 O que é?

O consumo nutricional e estratégias dietéticas podem aperfeiçoar a performance e diminuir o impacto negativo do exercício na saúde. Um plano alimentar adequado ajuda a optimizar o rendimento desportivo dos atletas que visam bons resultados a nível de competição, esses a intervenção nutricional faz toda a  diferença entre ganhar e perder. Já para o público praticante de actividade física não competitiva, a combinação de bons hábitos alimentares com a prática de actividade física melhoraram a saúde e o bem estar.

Quando procurar?

Na busca para melhorar o desempenho seja para competição ou não é importante que se faça o Acompanhamento Nutricional com o Nutricionista assim que se iniciam os treinos e não consultar um profissional que não seja dessa área para seguir uma “dieta” que não é específica para você, como muitas pessoas fazem, e isso serve também para o uso indiscriminado de suplementos. O único responsável autorizado para elaboração de Plano Alimentar é somente o Nutricionista com formação em nutrição desportiva

Público alvo?

Atletas de elite e praticantes de actividade física.
Quando devo fazer uso de suplementação?
Essa questão é muito particular, já que, para alguns casos, somente com a alimentação correta é possível alcançar os resultados desejados, porém, em outros, é necessário um suporte a mais para potencializar habilidade, rendimento, força e resistência. Portanto, é algo muito individual e por isso a orientação de um profissional é categórica nesse quesito. O ideal é que se procure um Nutricionista para avaliar se há a necessidade de introdução suplementar e se for o caso ele irá indicar o melhor e a quantidade adequada para seu objectivo.

terça-feira, 2 de outubro de 2018

Perfil Fenilpropionato de Nandrolona (NPP)



base de ésteres de nandrolona + fenilpropionato 
Fórmula (base): C18 H26 O2 
Fórmula (éster): C9 H10 O2 
Peso Molecular (base): 274,4022 
Ponto de Fusão (base): 122-124 ° C 
Fabricante: RWR, British Dragon, BM Pharmaceuticals
Dose Efetiva (Homens): 200-600mgs/sem (2~4mg / peso corporal) 
Dose Efetiva (Mulher): 50-100mgs / sem
vida ativa: 6 a 7 dias 
meia-vida: 3 dias
Tempo de Detecção: até 18 meses 
Anabólicos / androgênicos razão: 125:37 
Aromatiza: sim em poucos casos isolados
Acne: sim
Retenção hídrica: raramente comparado com o decanoato quase nada
Pressão Alta: alguns casos
Inibe o eixo HPT: muito
Descrição e propriedades:
Anabólico. Reconstituinte. Engordador. Solução oleosa de NANDROLONA ao 5%. Esteróide anabólico que promove os processos de construcção tisular, estimula a eritropoese e resiste o catabolismo. Esta ação se traduz em maior ganho de peso. Engorda, rápido crescimento, melhoramento do estado geral e recuperação dos estados carenciais
Indicações:
Para estimular o crescimento e engorda dos animais. Anemias. Animais débeis. Falta de apetite (anorexia). Crescimento retrasado. Especialmente indicado no tratamento de animais enfraquecidos como conseqüência de doenças ou déficit nutricionais.
Dosagem:
Como dose orientadora recomenda-se 1 ml cada 100 quilos de peso vivo cada 30 ou 45 dias (bovinos, equinos, ovinos e porcinos). Em caninos e felinos 1 a 5 mg por quilo de peso vivo cada 3-4 semanas.
Estas doses podem ser modificadas segundo critério profissional.
Administração:
Injetável intramuscular ou subcutâneo.
Contra-indicações:
# Câncer prostático.
# Câncer mamário resistente a andrógenos.
# Nefrose.
# Insuficiência cardíaca.
Restrições de uso:
Os animais tratados não devem ser destinados a abate, nem seu leite ao consumo ou indústria até 30 dias depois do último tratamento.
Para uso em bovinos, equinos, ovinos, porcinos, caninos e felinos.
Como se poderia supor,as propriedades desta droga são muito semelhantes ao de 
Deca Durabolin ®. Ambos contêm o hormônio anabólico 
nandrolona e são produzidas pela empresa de mesma droga 
(Organon). A principal diferença entre estes dois 
preparações é a velocidade na qual o medicamento é liberado. 
Enquanto Deca proporciona a liberação de duração extremamente lento 
de até três ou quatro semanas, Durabolin ® está activo apenas para 
poucos dias. Em situações clínicas Deca pode ser assim 
injetado uma vez a cada duas ou três semanas, enquanto Durabolin ® 
é normalmente administrada a cada poucos dias. 
Tal como acontece com Deca, o acúmulo de estrogênio não é uma preocupação típica 
quando usar esta droga. Alguns sentem a ação rápida de 
Durabolin ® está associado com a água um pouco menos 
retenção de Deca-Durabolin ®, mas esta observação é 
provavelmente apenas devido a uma menor concentração de sangue durante o 
uso. Não há diferença entre a nandrolona 
que é liberada no corpo por cada droga, assim que nós 
não podemos atribuir Durabolin ® qualquer conjunto único de propriedades. 
Nandrolona, geralmente não é observado para causar 
problemas com estrogênio, em qualquer caso, assim a chance de desenvolver 
ginecomastia e retenção de água é reduzida, mesmo entre 
indivíduos sensíveis. Da mesma forma um anti-estrógeno normalmente não é necessário quando se utiliza este esteróide. Durabolin ® 
também é o produto preferido nandrolona durante a dieta 
e contestar as fases de preparação da formação ao estrogênio 
e retenção de água são uma grande preocupação. Este é apenas devido 
ao fato de que os níveis de hormônio no sangue são mais fáceis de 
controle com uma substância mais rápido agir. 
Sabemos também que a nandrolona não é extremamente potente 
andrógeno. Isso é porque ele vai reduzir a um menor ativo 
metabolito (dihydronandrolone) em muitos alvo de andrógeno 
tecidos, devido à interação com a 5-alfa redutase 
enzyme. Isto é claro, a mesma enzima que potentados 
a ação da testosterona, transformando-a uma mais 
forma ativa (dihidrotestosterona). Efeitos secundários relacionados 
tais como a pele oleosa, acne, corpo / crescimento facial do cabelo e 
agravado a perda de cabelo masculina do teste padrão igualmente ocorrer muito 
menos freqüentemente com estas drogas, comparadas à testosterona 
e muitos outros esteróides anabólicos / androgênicos, fazendo 
Durabolin um esteróide muito favorável para os interessados. 
Embora o nível de efeitos colaterais seja baixo, com este 
anabolizantes, isso pode ser o ganho de força e massa muscular. 
Isto é de se esperar, como nandrolones são apontados como 
construtores lento mas a qualidade em vez de drogas em massa. Eles são 
contudo, salientar a fim de permitir a manutenção de um maior 
porcentagem de ganho de peso corporal novo depois de um ciclo é longo, 
o usuário não ter de suportar uma perda dramática dos dados armazenados 
água devido ao acúmulo de estrogênio. Embora o acúmulo de 
estradiol não está marcada, esta droga ainda pode nomeadamente 
afetar os níveis de testosterona endógena. Pode-se, portanto, 
ainda precisará usar uma droga auxiliares como HCG e / ou 
Clomide ®, quando sair de um ciclo. Estes devem garantir a 
menor chance de sofrer uma queda hormonal quando a 
esteróide foi removido. 
Devido à sua rápida taxa de liberação do local da injeção, 
Durabolin ® é geralmente administrado a cada duas ou três 
dias. A dosagem de cada aplicação dado é geralmente no 
faixa de 50-100mg, o equivalente a 1mL ou 2mL quando se utiliza a 
50mg versão. Para manter o volume de injeção para uma confortável 
homens de nível usará tipicamente um pouco menores semanais 
com dosagem de Deca, geralmente 200-300mg (2 ou 3 
injeções de 100mg). Como discutido anteriormente, o acúmulo 
do tecido muscular resultante Durabolin ® é lento e 
mesmo. Isso combinada com uma baixa incidência de efeitos colaterais 
faz com que seja um esteróide ideal para uso por longos períodos de 
tempo, de modo que os ganhos são de tempo para acumular. É 
também não é raro ver alguém utilizando um 
nandrolona como este em ciclos superior a três 
meses de duração. 
A ação a curto prazo desta droga é altamente atraente para 
atletas do sexo feminino. Embora geralmente mais caros, 
Durabolin ® deve ser a preferência se a ela e Deca 
estão disponíveis. Embora todos os nandrolona são geralmente bem 
tolerada, os níveis de hormônio no sangue são mais difíceis de 
controle com um éster de longa ação, como decanoato. 
Se virilização sintomas se tornam evidentes, a rápida 
metabolismo de Durabolin ® seria um traço muito bem-vindos. Aqui seria 
ter apenas uma questão de dias para a maioria dos hormônios ativos 
deixar a chance corpo.O para o lado mais grave 
efeitos seriam, naturalmente, ser elevada com Deca, a 
atleta deixou com um nível muito elevado da hormona 
semanas após a cessação do uso. O governo preferiu 
cronograma para as mulheres também seria uma única injeção 
semanalmente, na dosagem não superior a 50-75 mg. Este nível 
é suficiente para um ganho de qualidade, mas baixo o suficiente para sentir 
seguro contra os efeitos colaterais mais. 
Em geral, Durabolin ® irá produzir os mesmos efeitos colaterais 
visto com Deca, mas pode ser ligeiramente menos acentuada 
se a dose utilizada é menor (e / ou mais controlado, com 
picos menos) em comparação. preparações de nandrolona são 
entre os esteróides mais bem tolerada no fabrico, 
causando uma baixa incidência de efeitos colaterais indesejados. 
Os únicos problemas reais com essa droga são a disponibilidade 
e preço. Embora produzido em um número razoável de 
países, Durabolin ® em particular, não é comumente encontrado 
em os E.U. Isto pode ser devido ao preço elevado e 
baixa resistência dos preparativos Organon. A única 50mg 
ampola pode custar até US $ 15 quando vendido no preto 
mercado, que é um alto preço por tal uma dosagem baixa de 
esteróide. Muitas vezes, a única força disponível é o 
versão 25mg, que pode ser ainda menor custo efetivo. Em 
ao mesmo tempo, as injeções podem ser muito freqüentes ou muito 
um volume grande de mais para tolerar. Estes fatores fazem 
Deca-Durabolin da Organon ® muito mais abundante no preto 
do mercado. 
Este esteróide não ocasionalmente encontrar o seu caminho aqui na 
volume da Índia, onde você pode encontrar as quase legit 
Dubol produto pela BM Pharmaceuticals. Dubol é feita em 
tanto 50mg/ml e 100 mg / mL dosagens (Dubol-50 e 
Dubol-100, respectivamente), e é o custo consideravelmente mais 
eficazes do que suas contrapartes Organon-fabricados. Para 
um tempo, Dubol estava sendo vendido como genérico do 
antigo nome da empresa Haryian Biologicals, porém, suficiente 
o tempo passou, agora que você deve esperar para ver principalmente 
BM produto no mercado negro. 
Durabolin Organon ainda pode ser produzido na Índia, assim, 
embora nunca tenha sido um item comum no
mercado negro devido ao alto custo e baixa dosagem. 
British Dragon na Tailândia também faz Durabol, que 
vem na forma de um frasco de 100 mg / mL 10mL. BD é uma 
laboratório respeitável, e o produto deve ser rigorosamente 
dosado com frascos novos etiquetas com uma seção de inlayed 
folha, que tem as letras "BD" e da empresa . Este é vermelho para os produtos ocidentais e azul para aqueles vinculados às vendas na Europa Oriental. Além disso, 
Certifique-se o início do seu frasco leva o nome Durabol 
formado em plástico, e uma rolha de borracha com uma 
logo dragão arraigados. 
Referências: 
1. J Retrovirol Syndr Acquir Immune Defic Hum. 1999 01 de fevereiro, 20 (2) :137-46. 
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20. Anim Sci J. 1999 Dec; 77 (12) :3133-9 
21. Endocrinologia. 1978 Jul; 103 (1) :1-5.

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Perfil Durateston



Durateston
(Testosterona Base + 4 Ésteres Diferentes: Propionato, Fenilpropionato, Isocaproato e Decanoato)
[17b-hidroxi-4-androsten-3-um]
Peso Molecular(base): 288.429
Peso Molecular(éster):
-Propionato: 362.5082
-Fenilpropionato: 438.6058
-Isocaproato: 404.5886
-Decanoato: 460.6958
Fórmula Química(base): C19 H28 O2
Formula Química(éster): C27 H40 O3
Ponto de Fusão(base): 155ºC
Fabricante: Schering
Dose Efetiva(Homens): 500-2000mgs/sem
Dose Efetiva(Mulher): Não Recomendada
Tempo de Ação: 21 dias
Tempo de Detecção: Mais de 3 meses
Relação Anabolismo/Androgenicidade: 100:100
Apresentações: 250MG/ML 
Essa droga foi desenvolvida como uma terapia de reposição hormonal ideal baseado no fato dos diferentes ésteres da droga serem capazes de manter uma liberação constante de testosterona por muitos meses. Durateston é uma combinação de quatro ésteres diferentes: Proprionato de Testosterona (30mg); Fenilpropionato de Testosterona (60mg); Isocaproato de Testosterona (60mg); Decanoato de Testosterona (100mg).
Essa droga foi procurada como sendo uma versão superior do Testosterona no final dos anos 80 até o meio de 90. É bom deixar claro que essa droga foi desenvolvida para conveniencia não para atletas e bodybuilders. A vantagem dessa droga, de acordo com o fabricante, é que ela pode ser injetada uma vez por mês, e os diferentes ésteres promovem diferentes tempos de liberação pelo mês, e assim o paciente so precisa visitar o médico uma vez por mês. Para atletas e bodybuilders (que usam entre 500mg a 1g de testosterona por semana) este produto não é, realmente, melhor que qualquer outra forma de testosterona injetável.
O objetivo dessa droga, falhou para os diversos usuários da Durateston. A inclusão do proprionato e fenilpropionato na combinação, segundo a opinião de muitos, tornou necessária a aplicação dia sim dia não (DSDN) da testosterona. Isso reside no fato que o propionato de testosterona deve ser aplicado DSDN e o fenilpropionato de testosterona a cada três dias.
Durateston faz exatamente o que as outras testosterona fazem:
Testosterona é capaz de promover crescimento muscular e queda da taxa de gordura. Ela entra na célula por lipossolubilidade e se liga a um receptor androgênico (AR) no citoplasma. Esse complexo testosterona-AR entra no núcleo e se liga a zona GRE (promotora) do DNA promovendo uma maior transcrição (DNA - mRNA) e tradução (mRNA - síntese proteica). Isso faz com que as células músculares aumentem sua quantidade de proteínas contráteis (actina e miosina) o que faz o músculo crescer. Ela também protege seu musculo do catabolismo e dos hormônios glicocorticóides(1). Por isso é comum dizer-se que a testosterona não é apenas anabólica, mas também um anticatabólico muito forte. Ela não só causa um aumento do tamanho da célula muscular (Hipertrofia), mas também causa uma mudança na forma muscular e no número atual ce células (Hiperplasia)(2). Ela também tem a capacidade de estimular a eritropoiese/eritrogênese (produção de células vermelhas) nos rins(4), e uma maior contagem de células vermelhas no sangue pode melhorar a resistência por "produzir" um sangue mais oxigenado. Mais células vermelhas também podem aumentar a recuperação após uma atividade física estressante. O nível de agressividade também cresce bastante com o uso de testosterona exógena(3). Testosterona melhora a contração muscular através do aumento de unidades motoras no músculo(5) e melhora a transmissão neuromuscular(6). Ela também promove a síntese de glicogênio(7).
E assim, sendo Durateston uma forma simples de testosterona (na verdade quatro forma de), nos sabemos que a administração desse composto vai produzir uma curva dependente da dose(10). Uma curva dependente da dose é o que se diz popularmente como "quanto mais se toma, maior se fica". Isso é verdade para Durateston, assim como para qualquer testosterona.
A Durateston, infelizmente, apresenta todos os colaterais que uma testosterona apresenta.
Ela será convertida no hormônio femino estrógeno (pela via da aromatização) pela ação da enzima aromatase. Estrógeno em doses excessivas pode causa efeitos colaterais como: acne, o aumento do tecido mamário (ginecomastia), ganho de gordura e diminuição da lipólise, perda do desejo sexual, atrofia testicular e retenção hídrica que pode aumentar a pressão arterial). Além disso a testosterona interage com a enzima 5alfa-redutase que a converte em DiHidroTestosterona (DHT) um forma mais androgênica do hormônio. DHT tem uma forte interação com tecidos que levam a queda de cabelo em usuários que apresentam tendência genética para tal. Além disso, o DHT pode afetar a próstata causando uma hiperplasia e podendo levar a problemas urinários. As drogas inibidoras dessa enzima (Finasterida) podem evitar esses efeitos sem bloquear a ação anabólica da testosterona(8). Doses altas de testosterona também têm um impacto negativo no colesterol, diminuindo a taxa de HDL(9). Testosterona, é provalvelmente, o esteróide mais seguro, porém deve ser tomada de forma leva, e com Durateston não é diferente.
Resumindo, Durateston não é melhor nem pior que qualquer outra forma de testosterona e pode ser adquirida em qualquer farmácia com receituário especial (receita de duas vias carbonada).
Bibliografia
1. J Lab Clin Med. 1995 Mar;125(3):326-33.
2. Anat Histol Embryol. 2003 Apr;32(2):70-9.
3. Health Psychol. 1990;9(6):774-91.
4. Zhonghua Nan Ke Xue. 2003;9(4):248-51
5 Curr Opin Clin Nutr Metab Care. 2004 May;7(3):271-7.
6. J Appl Physiol. 2001 Mar;90(3):850-6.
7. Can J Physiol Pharmacol. 1999 Apr;77(4):300-4.
8. Am J Physiol Endocrinol Metab. 2005 Jan;288(1):E222-E227. Epub 2004 Sep 14.
9. J Clin Endocrinol Metab. 2004 Dec 21
10.14. Am J Physiol Endocrinol Metab. 2001 Dec;281(6):E1172-81.




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