As Características
Tempo de ação: 2-3 dias
Dosagem relatada: 200-700mg por semana
Aromatiza: não
Converte-se em DHT: não
Acne: sim
Retenção hídrica: não
Pressão Alta: sim
Inibe o eixo HPT: sim, muito
Hepatotóxica: não
Nefrotóxica: não
A História
O primeiro contato dos culturistas com a trembolona aconteceu nos anos 80, através do medicamento de uso veterinário chamado Finajet, distribuída nos Estados Unidos e Europa, e produzida pela empresa Hoechst and Roussel, que hoje faz parte da Sanofi-Aventis. Vendida em bujões de 50ml (!!!) e concentração de 30mg/ml, logo essa droga virou sucesso, sendo considerada como a droga perfeita para ciclos pré-competição. Porém em 1988 a Hoechst and Roussel retirou o Finajet do mercado, acabando com a oferta de trembolona por alguns anos e criando o cenário perfeito para moldar a reputação dessa droga. O forte impacto causado entre aqueles que usaram somado à impossibilidade de consegui-la fez da trembolona um mito. Quando ela reapareceu no mercado, agora sob o nome de Finaplix, a demanda era enorme.
O Finaplix era comercializado na forma de pequenas bolotas para implante bovino. As bolotas eram implantadas no gado para que a droga fosse absorvida mais lentamente. Apesar da apresentação desfavorável do Finaplix, muitos usuários se superaram, sendo tão brilhantes quanto corajosos. Nesta época se tornou prática comum transformar as bolotas em pó (amassando-as) e então diluir o pó em água ou óleo afim de criar uma solução que pudesse ser injetada. Obviamente, no início de tudo, poucos contavam com ambiente e conhecimento técnico suficientes para preparar uma solução estéril. Outra forma de se utilizar o Finaplix era transformar as bolotas em pó e misturar este pó à uma solução contendo metade água e metade DSMO (veículo para aplicação transdermal), fazendo com que a droga fosse absorvida pela corrente sanguínea com perdas de 10% a 25% após aplicada a solução sobre a pele. Esta também não é uma prática sem riscos, já que permite que muitas toxinas presentes na pele entrem na corrente sanguínea também. Ainda assim, também existiram - ou quem sabe existam até hoje em dia - aqueles que inalavam o pó (sim, como se fosse cocaína) ou que injetavam as bolotas direto no glúteo (sim, como se fossem gados), sem falar daqueles que afirmam categoricamente que as bolotas de Finaplix são próprias para a absorção retal (mais uma vez sim, como se fosse supositório!!!). O Finaplix continua a ser vendido hoje em dia nos Estados Unidos, bem como kits contendo todo o material necessário para conversão das bolotas em produto final para aplicação totalmente esterilizado. No Brasil, muitos laboratórios underground fornecem esta droga, geralmente em bujões de 10ml contendo entre 70mg e 110mg por ml.
Os Efeitos
Apesar de ser um derivado direto da nandrolona, não se deve confundir os efeitos dessas duas drogas. Estruturalmente a diferença entre os dois esteróides são as ligações duplas presentes na molécula da trembolona nos carbonos 9 e 11, ligações essas que não estão presentes na molécula de nandrolona. Essas ligações duplas são responsáveis pela diferença nos efeitos das duas drogas, especialmente a ligação dupla situada no carbono 9, que impede que a molécula de trembolona seja convertida em estrógeno pela enzima aromatase, diferente da nandrolona que apesar de ser um substrato fraco para essa enzima, pode aumentar os níveis de estrógeno durante o uso.
Sem os colaterais estrogênicos (como retenção hídrica, rápido acumulo de gordura, diminuição na lipólise) e sendo um potente andrógeno a trembolona é uma ótima escolha para os ciclos de definição. A ação androgênica da trembolona é muito mais forte que da nandrolona - na verdade ela é muito mais androgênica que a própria testosterona (4) - por dois motivos. Em primeiro lugar, a trembolona se fixa muito bem aos receptores androgênicos, sendo esta uma característica das 19nor. As ligações duplas nos carbonos 9 e 11 aumentam a fixação da molécula de trembolona nos receptores androgênicos (2), tornando-a um agonista mais potente que a sua droga mãe. Depois, e ainda mais importante, a trembolona não é reduzida pela enzima 5-alfa-reductase (1), isso faz com que ela entre nas células de vários tecidos com o mesmo poder de fixação que entra nas células musculares. Isso explica o porque da nandrolona (que é reduzida pela 5-alfa-reductase) ser bem menos androgênica.
Assim como as células musculares, as células de gorduras também possuem receptores androgênicos (5), e sendo a trembolona um forte agonista desses receptores, é responsável pela excepcional queima de gordura que já é bem conhecida entre os seus usuários e comprovada em estudos científicos (3)(6). Ao que tudo indica, quanto mais forte o andrógeno se liga aos receptores, maior é a queima de gordura (6). No entanto é válido observar que a perda de gordura proporcionada pela trembolona não ocorre quando ela está competindo com estrógeno circulante (3), que é um metabólito usual de drogas como metandrostenolona e testosterona. Some a isso o aspecto muscular sólido e compacto decorrente da forte ação androgênica da trembolona e entendemos porque muitos culturistas a consideram indispensável em um ciclo de cutting. Como muitos autores e usuários, acredito também que não exista droga melhor para esta finalidade.
No entanto não devemos relegar a trembolona aos ciclos de cutting e esquecer suas propriedades anabólicas. Quando se fala em construção muscular, muitas vezes vemos a trembolona ser colocada lado a lado com drogas como a testosterona e a metandrostenolona, porém esta é uma comparação falha. O fato de não se converter em estrógeno tem influência negativa sobre os resultados, uma vez que o estrógeno também é esteróide com propriedades anabolizantes, agindo diretamente nos mecanismos de utilização de glicose pelo músculo, na produção de GH e IGF-1, e na proliferação de receptores andrógenos (7)(8). No entanto, se compararmos miligrama por miligrama, a trembolona certamente proporciona mais músculos que a nandrolona ou qualquer outra droga que não tenha ação estrogênica. Assim, o que podemos esperar quando usamos apenas trembolona são ganhos razoáveis de massa muscular, com ótima qualidade e mantidos facilmente.
Os mecanismos pelos quais a trembolona promove a construção muscular ainda não são entendidos na íntegra, porém vale enumerar aquilo que já conhecemos sobre eles. Como você deve imaginar, a trembolona aumenta a retenção de nitrogênio no organismo (9), o que significa mais material para a formação de músculos. A trembolona também aumenta a proliferação e maturação das células satélite, como resultado do aumento da sensibilidade dessas células ao IGF-1 (10). Sinergicamente, ela também aumenta a liberação do próprio IGF-1 (11). Com grande efeito sobre a força e recuperação dos músculos pós-treino, a trembolona promove aumento na síntese de glicogênio e fosfocreatina (8).
Do outro lado da equação, a trembolona combate os efeitos do cortisol em vários níveis, atuando como um inibidor deste hormônio (12), bloqueando seus receptores (13) e alterando-os durante e após o seu uso (14). Isso significa que mesmo depois de encerrada a administração
de trembolona você ainda contará com menor atividade catabólica. Isso explica em partes o porque dos resultados obtidos com esta droga serem mantidos com maior facilidade do que aqueles obtidos com outras drogas.
O Uso
A trembolona é uma droga muito versátil, podendo ser colocada em praticamente qualquer ciclo, independente do objetivo. Como já dito anteriormente, a trembolona sozinha é uma droga fantástica para ciclos de definição. Porém, quando outras drogas muito androgênicas e sem ação estrogênica (como a drostonolona) são utilizadas em conjunto os resultados são muito mais visíveis. A medida que a relação andrógenos/estrógenos aumenta, a presença de líquido subcutâneo diminui, favorecendo ainda mais a definição e a queima de gordura. Drogas mais anabólicas, como o estanozolol, também se encaixam bem para este objetivo ou mesmo para ciclos em que o objetivo é ganhar massa magra com pouca ou nenhuma retenção hídrica.
Alias, o estanozolol tem se mostrado uma ótima combinação para a trembolona por dois motivos. Em primeiro lugar, a trembolona é um agonista dos receptores de progesterona (mais sobre este assunto a seguir) e o estanozolol age no sentido contrário, como um antagonista destes mesmos receptores. E depois, a trembolona como já sabemos se liga com muita força aos receptores androgênicos, promovendo assim os efeitos mediados por esta ligação. Já o estanozolol se liga de maneira muito fraca aos receptores androgênicos, exercendo sua ação majoritariamente por outras vias que não a dos receptores. Apesar deste tipo de ação ainda não ser bem compreendido já se sabe que ele existe. Assim, quando trembolona e estanozolol se encontram em um mesmo ciclo, você conta com ação nos dois sentidos: mediados e não mediados pelos receptores androgênicos.
Se o objetivo é ganhar massa muscular sem muita retenção hídrica, drogas que possuam pouca ação estrogênica são as escolhas ideais. Entre elas estão o propionato de testosterona e a boldenona. A presença de quantidades controladas de estrógeno irá favorecer o anabolismo sem prejudicar tanto a qualidade muscular. Estas drogas ainda podem ser utilizadas em um ciclo de definição, desde que utilizada em conjunto com um inibidor de aromatase afim de reduzir/eliminar a conversão em estrógeno.
Quando o que se deseja é ganhar muito volume, drogas como enantato ou cipionato de testosterona, oximetolona ou metandrostenolona irão adicionar a ação estrogênica necessária para obter grandes resultados, porém sem contar com muita qualidade muscular.
Os Colaterais
Mesmo não sendo atingida pela enzima 5-alfa-reductase, que normalmente reduz os esteróides à formas mais androgênicas, a trembolona por si só é capaz de produzir efeitos colaterais desta natureza, como pele oleosa, acne, queda de cabelo e hipertrofia da próstata. Comparando o valor androgênico da testosterona (100) e da trembolona (500) fica mais fácil entender porque a redução não é necessária para que estes colaterais se manifestem, de forma que o uso de finasterida para evitar alguns desses colaterais é ineficaz. Ainda sobre os colaterais androgênicos, a trembolona pode induzir os usuários a se comportar de forma agressiva. Este colateral costuma ser relatado em sua maioria por pessoas que estão sob os efeitos da trembolona durante longos períodos e com doses excessivas. Apesar de este ser considerado por alguns um efeito colateral, outros se beneficiam desta agressividade aplicando-a durante o treino para aumentar o desempenho. Por certo você já percebeu que os pesos costumam ficar mais leves quando você vai treinar depois de uma briga com a patroa ou quando alguém consegue te tirar do sério a caminho da academia (neste ponto sempre encontramos uma pessoa disposta a ajudar!).
Quanto aos colaterais estrogênicos a preocupação deve ser mínima. A trembolona não é convertida em estrógeno, logo não induz efeitos colaterais como ginecomastia, retenção hídrica ou ganho acelerado de gordura por esta via. Então porque a preocupação deve ser mínima e não nula? A molécula de trembolona (assim como a nandrolona) é parecida com a molécula de progesterona, sendo capaz de se ligar aos seus receptores (15)(16). Um efeito conhecido da progesterona é a sua capacidade de potencializar os efeitos do estrógeno (17). Assim, o cuidado deve ser redobrado quando a trembolona é usada em conjunto com outra droga de ação estrogênica. A progesterona, tecnicamente, é capaz de induzir por si só efeitos colaterais estrogênicos, porém quando a trembolona é usada sem a presença de estrógeno raramente é associada à retenção hídrica, e mais raramente ainda à ginecomastia e acumulo de gordura acelerado. Apesar de não existirem estudos comprovando que a ação progestênica da trembolona por si só é incapaz de produzir colaterais estrogênicos, as evidências apontam nesta direção. Mesmo sendo a progesterona um estrógeno, seus receptores também mediam alguns efeitos androgênicos secundários. Drogas como a trembolona, nandrolona e estanozolol parecem ativar estes efeitos quando se ligam aos receptores da progesterona, podendo causar perda de libido e disfunção erétil (8), sendo o estanozolol muito mais brando quanto a este efeito se comparado às drogas da família 19-nor. Em todo caso, existem drogas que podem ser utilizadas em conjunto para combater o efeito progestênico da trembolona, como o estanozolol e o citrato de tamoxifeno que agem como leves antagonistas dos receptores de progesterona. Para uma ação anti-progestênica mais eficaz existem também outras duas opções, que são o fulvestrante e a droga conhecida por RU-486 (pílula abortiva), porém essas duas drogas também possuem seus efeitos colaterais, são muito caras e de difícil acesso.
A trembolona inibe a produção endógena de testosterona. Apesar de não se converter em estrógeno, que o maior vilão quando o assunto é inibição do eixo HPT, o poder androgênico da trembolona suprime o eixo hormonal muito rapidamente. Como todos os esteróides sexuais tem efeitos negativos sobre o eixo, não podemos eliminar a ação progestênica da trembolona sobre este colateral.
Em muitos lugares se comenta sobre a nefrotoxidade da trembolona, no entanto não existem evidências que confirmem este colateral. Ao que parece o rumor sobre este colateral se originou graças a coloração da urina que costuma ficar mais escura, normalmente em um tom de cor entre o laranja e o marrom. Porém isto não acontece por sobrecarga renal e sim devido à molécula de trembolona sofrer pouca alteração antes de ser excretada, e assim modificando a cor natural da urina. Já notou que a trembolona tem a cor mais escura que as outras drogas? E que a cor da urina fica bem parecida? A urina costuma ficar muito escura quando a trembolona é usada em doses excessivas, o que assusta os usuários induzindo-os a pensar que existe sangue sendo excretado em conjunto ou que indica a nefrotoxidade da droga, mas como já explicado, isto é um erro. Mesmo não provocando retenção de água e sal a trembolona é conhecida por aumentar a pressão sanguínea de seus usuários, e isto sim pode gerar problemas renais, juntamente com a perda rápida de água causada pelo aumento no metabolismo basal, de forma que durante o uso de trembolona é uma boa pratica checar a pressão sanguínea regularmente e aumentar a ingestão de água.
A questão da toxidade ao fígado causada pela trembolona também tem sido levantada com muita freqüência. No entanto, isso parece ser mais um mito. A trembolona não é um 17aa, logo não deve apresentar riscos ao fígado. A única referência séria que encontrei até o momento afirmando que a trembolona é hepatotóxica foi do autor L. Rea (8), porém
recentemente ele voltou atrás no teor da sua publicação e apontou o excesso de álcool benzílico presente em algumas conversões, bem como as soluções não estéreis de Finaplix, como causadores desta toxidade (18).
Alguns usuários sofrem de um ataque súbito de tosse após as injeções de trembolona. Ela se manifesta de forma violenta e incontrolável na maioria das vezes, por um período de no máximo um minuto ou dois, e depois some. Existem usuários que manifestam este colateral todas as vezes que administram a droga, alguns o manifestam exporadicamente e outros sofrem com a tosse raramente ou nunca sofreram. Esta tosse ainda não tem uma explicação definitiva, apesar de existirem várias teorias para explicar este colateral. Uma delas alega que a trembolona possui um mecanismo único que causa bronquioconstrição, porém esse mecanismo não teria uma ação tão rápida para provocar a tosse logo após a injeção de trembolona. Além do mais, esta tosse não parece ser exclusiva da trembolona, já que alguns usuários alegam ter sofrido este colateral ao usar outros EAAs como boldenona ou cipionato de testosterona. Outra possibilidade seria a quantidade excessiva de álcool benzílico presente nas conversões de alguns laboratórios underground. Contudo, sendo esta teoria verdadeira, a tosse ocorreria com o uso de outras substâncias que levam a mesma quantidade de álcool benzílico, como o propionato de testosterona, fato que não acontece. A teoria mais aceita, e que parece fazer mais sentido, atribui este efeito à pureza da droga. A trembolona é uma substância muito difícil de ser refinada (bem como a boldenona e o cipionato de testosterona), então dependendo do grau de sua pureza, a solução contém uma parcela menor ou maior detrembolona oxidada, que seria o agente causador deste colateral, procando uma espécie de anafilaxia. Esta teoria se valida pela experiência de alguns usuários ao relacionar este colateral à cor da solução de trembolona, que quanto mais clara (ou seja, mais pura) menos chances tem de se manifestar.
Infelizmente, a trembolona reduz a produção de T3 (19). Apesar da trembolona ser uma ótima droga para definição, este é um colateral contraproducente. Adicionar T3 exógena ao ciclo é uma pratica eficaz para maximizar os efeitos da trembolona.
Referências:
1. J Chromatogr. 1991 Apr 5;564(2):485-92.
2. Toxicol Sci. 2002 Dec;70(2):202-11.15
3. J Anim Sci 1987 May, 64 (5): 1428-33
4. Neumann F. Environ Qual Saf Suppl 1976 (5) 253-64
5. Am J Physiol. 1998 Jun;274(6 Pt 1):C1645-52.
6. Biochim Biophys Acta. 1995 May 11;1244(1):117-20.
7. http://www.mesomorphosis.com/articles/l ... bolone.htm
terça-feira, 18 de setembro de 2018
GUIA DEFINITIVO SOBRE APLICAÇÃO DE INJECTÁVEIS
Como aplicar de forma 100% seguro sem nenhum risco de contaminação ou outros problemas relacionados a aplicações.
Primeiro de tudo, tenha sempre os materiais necessários em mãos:
- Seringa
- Agulha (se for intra muscular 30x7 ou 25x7 e se for subcutâneo seringa de insulina)
- Algodão
- Álcool (anti-séptico funciona também mas não é o recomendado)
- Band-aid ou esparadrapo para tampar a picada (opcional)
- Luvas (não é necessariamente obrigatório mas é bom para evitar contacto das mãos na região aplicada, mas se não for usar, que lave bem as mãos com sabão).
Tendo isso em mãos, siga os passos abaixo:
1 - Remova a seringa do saco e insira a agulha , só remova a protecção da agulha no momento em que for remover o liquido do frasco ampola.
2 - Se o fraco ampola for de 5ml , 10ml ou maior que necessite retirar varias vezes a quantidade em ml’s desejada a segurança ( assepsia ) deve ser redobrada : primeira e mais importante dica é: nunca reutilize nenhuma seringa ou agulha após a aplicação , isso é crucial. Antes de inserir a agulha no frasco ampola limpe a superfície de borracha com algodão molhada em álcool 70% , isso impede que no momento que a agulha entre no frasco não leve bactérias junto, sempre que guardar o frasco coloque um esparadrapo com gase molhada em álcool 70%.
3 - Hora de aplicar: sempre limpar bem a região onde será aplicado com álcool 70% e se possível aplicar com luvas cirúrgicas para evitar o contato com das mãos no local da aplicação , lembre-se que se não seguidas as instruções de segurança ( assepsia ) o barato acaba por sair em uma bela drenagem o deixando incapacitado de treinar ou praticar qualquer outro desporto por um período a curto ou longo prazo dependendo do grau de infecção , portanto nunca reutilize nenhuma seringa depois da aplicação , lembre-se que todas seringas foram feitas para serem descartáveis.
4 - No momento da remoção da agulha do local aplicado deve-se colocar um algodão molhado ao álcool 70% imediatamente , massageando por alguns minutos para distribuir bem a droga no musculo evitando também a perda do produto aplicado , uma dica boa é para aqueles que possuem o bumbum mais cheinho que apliquem com agulhas 30x7 para evitar a volta do produto no momento da remoção da agulha do local aplicado.
5 - Posso misturar veiculo aquoso com veiculo oleoso ? até em primeira vista podemos dizer que sim , a mistura das substancias não vai modificar a ação delas em seu corpo nem vai estragar em termos de resultados , o problema é a reação que elas podem sofrer no local aplicado no momento que for misturado e injetado , posso dar um ótimo exemplo de péssima mistura quando falamos em dores e vermelhidões no local com picos de "febre" relacionado ao aumento da temperatura corporal que certas drogas podem proporcionar, stanozolol veiculo aquoso com durateston ou propionato em veiculo oleoso, uma péssima ideia... agua com propionato que contem no durateston é a mesma coisa que assinar um termo de dor no local aplicado , o processo de conversão de testo em suspensão (agua) é parecido porém com um pequeno probleminha, o produto ja vai estar convertido em veiculo oleoso transformando dessa mistura uma reação altamente dolorosa podendo causar uma falsa infecção no local , o propionato em contato com agua apos diluído volta a cristalizar praticamente que instantâneo, esses microcristais não são reconhecidos pelo seu corpo fazendo com que seu corpo lute contra esses microcristais , o mecanimo de defesa do seu corpo agindo para eliminar aqueles microcristais que não era pra estarem ali , esse acontecimento pode levar ao inchaço local , vermelhidão local e até mesmo o aumento da temperatura corporal até que todos microcristais sejam absorvidos por completo pelo seu organismo.
6 - Porque propionato dói? Pelo simples fato de ser quase impossível mantê-lo em veiculo oleoso sem uma quantidade grande de solventes. Porque encontramos durateston com apenas 30mg por ml e quando aplicado em dose maior que 1ml pode provocar dores , febres, vermelhidao local etc.? algumas pessoas relatam tal fato com apenas 1ml e outros que mal conseguem treinar pelo fato de terem aplicado no deltoide e braço. Imaginem uma aplicação de 100mg de propionato no mesmo lugar dia sim dia não sem dar uma pausa para que o musculo absorva todos os microcristais formados no local aplicado , geralmente as pessoas não aguentam as dores e os picos da temperatura corporal provocadas pelo excesso de testosterona de meia vida curta onde acabam desistindo antes mesmo de terminar o ciclo ou resistem as dores até que o corpo se acostume com tal situação relatando excelentes resultados , podemos dizer que 1ml de propionato com 100mg seria como aplicar 3 durateston + 10mg de propionato no mesmo lugar.
7 - Quais drogas podem aumentar minha temperatura corporal ao ponto de me assustar ? a resposta são todas , algumas são mais fortes como a testosterona (propionato) e a trembolona que pode elevar o aumento da temperatura promovendo uma febre falsa , o que vai aumentar o grau ou diminuir o grau dos colaterais da droga é o seu organismo , cada pessoa reage de uma forma diferente , algumas pessoas relatam nenhum colateral sendo que outros relatam colaterais fortes como outros relatam colaterais fracos , outro problema são drogas que necessitam o uso excessivo de solventes para que a substancia não quebre quando usado em veiculo oleoso, um ótimo exemplo seria stanozolol em veiculo oleoso e o mais conhecido propionato de testosterona , ambos em veículos oleosos utilizam o uso excessivo de solventes pois são substancias difíceis de serem mantidos em veiculo oleoso , ambos em contato com qualquer veiculo aquoso ( agua ) terá como reação a cristalização imediata do produto no local aplicado causando dores , falsa infecção com o aumento da temperatura corporal causado pela defesa do seu organismo.
8 - Evite aplicar mais que 3ml no mesmo lugar e nunca misture veiculo aquoso com veiculo oleoso, lembre-se que nao sao todas que se pode misturar caso nao queira sentir dores e outros problemas adversos.
9 - Jamais aplique com a agulha que vc furar a borracha do bujão, ela perde o corte! Use uma agulha para furar o bujão e puxar a quantidade a ser injetada, depois, tire do bujão e troque por uma agulha nova para realizar a aplicação.
Para fazer uma auto-aplicação bem feita, basta seguir estas dicas:
1-Faça todo processo num local limpo;
2-Retire a ampola da caixa da deca ou durateston ou deposteron;
3-Retire a seringa do pacote que a protege e una a agulha à seringa e mantenha a proteção da agulha no local;
4-Quebre com cuidado a ponta da ampola
5-puxe o embolo vagarosamente sem deixar que a ponta da agulha encoste no fundo da ampola, pois isto fará com que a agulha perca um pouco o corte, dificultado a penetração na pele;
6-Após sugar todo o líquido para a seringa, dê uns toques de leve na mesma para desfazer (tentar) as bolinhas de ar que se formaram e vá empurrando o embolo devagar até que todo o ar saia da seringa. Não se preocupe se um pouco da substância vazar enquanto estiver fazendo isso;
7-Escolha o local para aplicar ( normalmente coxas, glúteos e ombros) e limpe-o com algodão humedecido em álcool;
8-Coloque a agulha inteira (não encostará no osso) e puxe o embolo lentamente (0,5ml já estará ótimo):
8.1-Entra sangue no embolo:
Retire a agulha e procure outro lugar para aplicar, próximo a ali ou outro músculo;
8.2-Não entra sangue no embolo:
Então basta empurrar o embolo lentamente com bastante calma até que toda a substância seja introduzido no músculo e depois retire a agulha do local;
9-Retirando a agulha do local verifique se saiu MUITO sangue. Não se desespere, você não aplicou dentro de uma veia ou vaso, provavelmente apenas a ultrapassou com a agulha. Se não saiu muito sangue, beleza;
10-Pegue outro algodão humedecido em álcool e coloque no local e massageie suavemente.
11-É imprescindível que todo o material seja corretamente cuidado, pois é lixo hospitalar, então recoloque a proteção nas agulhas antes de jogar fora, de preferência numa caixa ou sacola bem fechadas.
Para aplicar nos glúteos, lembre-se um pouco da aula de matemática:
Imagine um sinal de + no teu gluteo (divida seu gluteo em quadrantes)
Se for o da esquerda, aplique no primeiro quadrante.
Se for o da direita, aplique no segundo quadrante.
Outros locais para aplicação:
http://www.spotinjections.com/index3.htm
Site com fotos do procedimento
Seguindo os procedimentos citados neste guia, não haverá problemas advindos de aplicações mal feitas
Se for fazer, que faça direito.
Fez todos os procedimentos e teve dor pós-aplicação? Saiba o porquê
Neste artigo, vou rever as principais causas de dor muscular localizada, ternura e sensibilidade que são experimentadas como resultado das injeções via intramuscular (IM). Há dois grupos principais causadores da dor pós-aplicação,podendo ser classificado:
1. Dor devido à via de administração
2. Dor devido à substância a ser injetada
Dentro dessas duas categorias, existem outras sub-grupos de causas da dor da injeção, e estes serão discutidos em mais detalhes.
1. Dor devido à via de administração
1. Invasão da injeção. A causa inicial da dor causada pela injeção que pode ser experimentado é simplesmente o fato de que uma injeção IM em si é um procedimento invasivo, em que a barreira natural do corpo de pele está a ser penetrada por uma agulha fina e qualquer outro conteúdo de celular ao longo do trajeto da agulha é sendo cortado. Isto, em si, embora relativamente invasiva, pode causar alguma dor. Essa dor tende a ser inicial, no entanto, devido ao projeto de agulhas para injeção, a natureza curvo da ponta da agulha permite um mínimo de dor e, portanto, esta não é uma causa comum de dor pós-injeção.
2. Abrindo um novo local da injeção IM. Quando um novo local muscular é invadido e um volume de substância é injetada nele, há sempre alguma dor associada a uma injeção. O grupo do músculo não é usado para conter um volume adicional de uma substância, assim, a dor pode resultar. Isto somente é experimentada quando uma substância é utilizada pela primeira vez em uma injeção IM. É por isso que quando se utiliza um nova substância é incentivado para injetar uma quantidade menor, inicialmente, de 0,5-1ml dependente do tamanho do músculo. Essa dor geralmente é cessado após um local que já recebeu pelo menos uma injeção.
3. localização física de injeção. Muitas vezes, quando há uma injeção de uma substância, a localização física, que é onde a agulha libera a substância, pode causar desconforto após a injeção. Isso é mais provável devido à substância (especialmente se à base de óleo e lentamente absorvida) situar entre os grupos musculares ou em um pequeno músculo, pois isso irá causar mais dor do que está sendo injetado no meio de um músculo ou um maior agrupamento muscular. Isso pode acontecer de tempos em tempos, mesmo com usuários experientes.
4. Volume da substância injetada. O volume de injeção também vai fazer uma diferença significativa para qualquer dor e sofrimento experimentado. Geralmente, grandes volumes são melhor tolerados em grandes grupos musculares (músculo glúteo, quadríceps, etc), com pequenos grupos musculares (bíceps, tríceps, etc) mais justa, com volumes menores (<2 ml). À medida que aumenta o volume injetado, você aumenta a quantidade de substância contida dentro do músculo que está normalmente presente, assim você aumentar o risco de uma resposta inflamatória e a dor. Volumes muito grandes (> 5-6ml, especialmente de substâncias à base de óleo) não são recomendadas devido ao risco de desenvolvimento de um abscesso estéril.
2. Dor devido à substância a ser injetada
1. Desenvolvimento de abcesso. Como acontece com qualquer substância, a menos que seja estéril (e até mesmo em casos de bactérias estéril na pele e pêlos do corpo pode ser puxada para trás da barreira da pele dentro do corpo pelo processo de injeção), existe um risco elevado de desenvolver uma infecção interna conhecida como um abscesso . Isto irá resultar em grande quantidade de inchaço, vermelhidão, sintomas gripais e linfócitos aumentados, aumento da inflamação, resultando em um grau justo de dor experimentada. O risco de infecções, sendo desenvolvido ao usar produtos completamente estéreis, porém, é muito baixa.
2.Concentração do solvente da substância. A concentração e o tipo dos solventes utilizados na preparação da substância a ser injetada vai afetar toda a dor durante a aplicação e a dor que serão sentidas após a aplicação. Alguns amortecedores e solventes utilizados quando injetado em estado puro causam uma grande dor. Por exemplo, alguns peptídeos são suspensas em ácido acético 100mM, que quando injetado em pequenas quantidades pode dar ao usuário algum desconforto. É um ponto importante para fazer que a dor resultante da concentração de solvente usado é mais provável para começar bem logo após a injeção, de alguns minutos a um máximo algumas horas. A dor que leva mais tempo do que isso para se desenvolver é geralmente devido a outros fatores discutidos aqui.
Outro exemplo muito comum de solvente utilizado como conservante de esteróides anabolizantes e outras preparações de injeção IM, é o álcool benzílico (BA). Em altas concentrações, a BA irá causar dor causada pela injeção, na grande maioria dos usuários. No entanto, em concentrações <10% da BA, a maioria vai experimentar pouco de desconforto devido ao BA. Muitas pessoas afirmam que os laboratórios underground que fazem os esteróides anabólicos injetáveis,usam a maneira não-regulamentada de altos percentuais BA em seus produtos como o propionato de testosterona, que é por isso que os usuários experimentam a dor. É por isso que deve ser notado que, na realidade, muitas preparações farmacêuticas contêm quantidades maiores do que esperado da BA neles. Deca-Pronabol, uma forma farmaceuticamente produzidos de decanoato de nandrolona, contém 9% da BA e usuários em geral não relatam dor associada com a injeção. Algumas preparações de Sustanon-250 por empresas farmacêuticas estabelecidas são feitas com 10% de BA (BA 0,1 ml 1,0 ml por ampola). No entanto, muitos argumentam que aqui Sustanon-250 é uma injeção dolorida para muitos. Apesar disso, quando se olha para a composição dos ingredientes ativos de Sustanon-250, podemos ver uma quantidade de testosterona combinada propionato e fenilpropionato de cerca de 100mg/ml. Por motivos já discutidos na parte 2, podemos seguramente assumir que a dor é mais provável de ocorrer devido à alta concentração desses ésteres curtos, ao contrário meramente de alta concentração de BA. No entanto, vale lembrar que cada pessoa reage diferentemente a diversos solventes e 10% da BA não deve causar dor para muitos usuários, mas vai causar dor de uma percentagem significativa de outros usuários. Outros solventes na preparação para além daqueles descritos aqui podem também contribuir ou causar dor causada pela injeção, no entanto os que foram discutidos são os mais significativos no contexto da preparação de esteróides anabolizantes.
3. Concentração do produto ativo. Esta é provavelmente a causa mais comum de dor pós-injeção experimentados por usuários de esteróides anabólicos. Isso é mais provável devido à demanda para os laboratórios underground para produzir preparações mais concentradas de esteróides (mg alta / ml de hormônio) para reduzir o número de injeções e volumes. Um bom exemplo disso é a produção de propionato de testosterona por muitos laboratórios diferentes. Se olharmos para a preparação de propionato de testosterona por companhias farmacêuticas legítimas, vemos que a concentração máxima é normalmente produzida 50mg/ml. Apesar disso, a maioria dos laboratórios underground hoje vai produzir multi-uso de frascos de testosterona, que são no mínimo de 100mg/ml. Hormônios que contêm ésteres curtos nelas (como acetato, propionato, fenilpropionato) têm um ponto de fusão muito maior e, portanto, não pode ser feita tão concentrado como aqueles com os ésteres mais longos (enantato, decanoato, etc.) Apesar de propionato de testosterona pode ser efetivamente feito em quantidades padrão de solventes e óleo para 100mg/ml sem bater para fora desta solução, uma vez injetado no corpo, os solventes tendem a sair para fora da solução muito rapidamente, sendo absorvido muito mais rapidamente do que o óleo . Nas concentrações mais elevadas (que dependem de solventes para não falhar em solução), isso resultará em alguns dos hormônios caindo fora da solução ao dos cristais. Estes cristais causam desconforto muscular significativa, e também pode resultar no recrutamento de linfócitos envolvidos na inflamação, assim, a área em volta dos cristais podem ficar inflamados com um acúmulo de células sanguíneas. Isso leva tempo para que os cristais que foram absorvido pelo corpo a se dissiparem, razão pela qual este tipo de dor e desconforto geralmente dura por vários dias.
Deve-se notar, contudo, que existem determinadas transportadoras e solventes que permitem maior mg / ml preparações a serem feitas que resultam na redução da dor. Um solvente é utilizado ocasionalmente guaicol, que permite soluções mais concentradas para serem produzidos e também age como um apaziguador levemente analgésico da dor no local da injeção. Uma transportadora de lipídeos mais útil como uma alternativa a uma transportadora de petróleo normal é oleato de etila (EO). EO pode ser substituído por outros óleos carreadores, e é um transportador menos viscoso, que também permite que o hormônio possa ser dissolvido na mesma comparação com outros óleos. A segurança do OE para injetáveis em seres humanos é muitas vezes questionada, no entanto diversos produtos da injeção farmaceuticamente produzidos foram feitos que EO uso como um transportador, notadamente Farmak testosterona propionato. Além disso, o etanol (álcool) é convertido em diversos produtos no organismo quando ingerido, sendo um ácido oléico. Um problema potencial com o uso de óxido de etileno no entanto, é que uma pequena porcentagem de usuários pode ter uma reação alérgica à sua utilização, caracterizado por uma erupção cutânea e algum desconforto local, mas esta é uma reação mais rara a igualdade de oportunidades.
Abaixo está uma lista comum de esteróides anabólicos e, quando preparado com porcentagens de solventes comuns e as transportadoras de óleo normal (não EO), que a concentração máxima normal que pode ser alcançado antes de a dor é experiente:
Testosterona 100mg/ml <propionate
Enantato de Testosterona 300mg/ml <
Testosterona 250mg/ml <cypionate
Decanoato de nandrolona 325mg/ml <
150mg/ml nandrolona <fenilpropionato
Trembolona Acetato 100mg/ml <
Trembolona Enantato 250mg/ml <
Boldenone Undecilenato (EQ) <900mg/ml
Enantato de metenolona 75mg/mL <
Drostanolone 150mg/ml <propionate
Em resumo, existem várias causas diferentes de dor pós-aplicação IM, porém o mais prevalente e provável é que seja a concentração do hormônio usado na preparação e, por outro, em menor medida, a concentração de solventes utilizados. No entanto, como delineado, com qualquer injeção este é um procedimento invasivo que diz respeito à quebra de barreiras naturais do corpo, há sempre o risco de dor e desconforto.
Algumas dicas para aliviar dor no local da aplicação:
Pomada Hirudoid
Nimesulida (oral ou pomada)
Tanderalgin (anti-inflamatório oral, ótimo para aliviar os calombos de aplicação de stanozolol)
Diclofenaco potassico para uso tópico
Diclofenaco sódico para uso oral
Compressa quente
Massagear o local aplicado, para que a substância se espalhe um pouco mais no músculo.
Primeiro de tudo, tenha sempre os materiais necessários em mãos:
- Seringa
- Agulha (se for intra muscular 30x7 ou 25x7 e se for subcutâneo seringa de insulina)
- Algodão
- Álcool (anti-séptico funciona também mas não é o recomendado)
- Band-aid ou esparadrapo para tampar a picada (opcional)
- Luvas (não é necessariamente obrigatório mas é bom para evitar contacto das mãos na região aplicada, mas se não for usar, que lave bem as mãos com sabão).
Tendo isso em mãos, siga os passos abaixo:
1 - Remova a seringa do saco e insira a agulha , só remova a protecção da agulha no momento em que for remover o liquido do frasco ampola.
2 - Se o fraco ampola for de 5ml , 10ml ou maior que necessite retirar varias vezes a quantidade em ml’s desejada a segurança ( assepsia ) deve ser redobrada : primeira e mais importante dica é: nunca reutilize nenhuma seringa ou agulha após a aplicação , isso é crucial. Antes de inserir a agulha no frasco ampola limpe a superfície de borracha com algodão molhada em álcool 70% , isso impede que no momento que a agulha entre no frasco não leve bactérias junto, sempre que guardar o frasco coloque um esparadrapo com gase molhada em álcool 70%.
3 - Hora de aplicar: sempre limpar bem a região onde será aplicado com álcool 70% e se possível aplicar com luvas cirúrgicas para evitar o contato com das mãos no local da aplicação , lembre-se que se não seguidas as instruções de segurança ( assepsia ) o barato acaba por sair em uma bela drenagem o deixando incapacitado de treinar ou praticar qualquer outro desporto por um período a curto ou longo prazo dependendo do grau de infecção , portanto nunca reutilize nenhuma seringa depois da aplicação , lembre-se que todas seringas foram feitas para serem descartáveis.
4 - No momento da remoção da agulha do local aplicado deve-se colocar um algodão molhado ao álcool 70% imediatamente , massageando por alguns minutos para distribuir bem a droga no musculo evitando também a perda do produto aplicado , uma dica boa é para aqueles que possuem o bumbum mais cheinho que apliquem com agulhas 30x7 para evitar a volta do produto no momento da remoção da agulha do local aplicado.
5 - Posso misturar veiculo aquoso com veiculo oleoso ? até em primeira vista podemos dizer que sim , a mistura das substancias não vai modificar a ação delas em seu corpo nem vai estragar em termos de resultados , o problema é a reação que elas podem sofrer no local aplicado no momento que for misturado e injetado , posso dar um ótimo exemplo de péssima mistura quando falamos em dores e vermelhidões no local com picos de "febre" relacionado ao aumento da temperatura corporal que certas drogas podem proporcionar, stanozolol veiculo aquoso com durateston ou propionato em veiculo oleoso, uma péssima ideia... agua com propionato que contem no durateston é a mesma coisa que assinar um termo de dor no local aplicado , o processo de conversão de testo em suspensão (agua) é parecido porém com um pequeno probleminha, o produto ja vai estar convertido em veiculo oleoso transformando dessa mistura uma reação altamente dolorosa podendo causar uma falsa infecção no local , o propionato em contato com agua apos diluído volta a cristalizar praticamente que instantâneo, esses microcristais não são reconhecidos pelo seu corpo fazendo com que seu corpo lute contra esses microcristais , o mecanimo de defesa do seu corpo agindo para eliminar aqueles microcristais que não era pra estarem ali , esse acontecimento pode levar ao inchaço local , vermelhidão local e até mesmo o aumento da temperatura corporal até que todos microcristais sejam absorvidos por completo pelo seu organismo.
6 - Porque propionato dói? Pelo simples fato de ser quase impossível mantê-lo em veiculo oleoso sem uma quantidade grande de solventes. Porque encontramos durateston com apenas 30mg por ml e quando aplicado em dose maior que 1ml pode provocar dores , febres, vermelhidao local etc.? algumas pessoas relatam tal fato com apenas 1ml e outros que mal conseguem treinar pelo fato de terem aplicado no deltoide e braço. Imaginem uma aplicação de 100mg de propionato no mesmo lugar dia sim dia não sem dar uma pausa para que o musculo absorva todos os microcristais formados no local aplicado , geralmente as pessoas não aguentam as dores e os picos da temperatura corporal provocadas pelo excesso de testosterona de meia vida curta onde acabam desistindo antes mesmo de terminar o ciclo ou resistem as dores até que o corpo se acostume com tal situação relatando excelentes resultados , podemos dizer que 1ml de propionato com 100mg seria como aplicar 3 durateston + 10mg de propionato no mesmo lugar.
7 - Quais drogas podem aumentar minha temperatura corporal ao ponto de me assustar ? a resposta são todas , algumas são mais fortes como a testosterona (propionato) e a trembolona que pode elevar o aumento da temperatura promovendo uma febre falsa , o que vai aumentar o grau ou diminuir o grau dos colaterais da droga é o seu organismo , cada pessoa reage de uma forma diferente , algumas pessoas relatam nenhum colateral sendo que outros relatam colaterais fortes como outros relatam colaterais fracos , outro problema são drogas que necessitam o uso excessivo de solventes para que a substancia não quebre quando usado em veiculo oleoso, um ótimo exemplo seria stanozolol em veiculo oleoso e o mais conhecido propionato de testosterona , ambos em veículos oleosos utilizam o uso excessivo de solventes pois são substancias difíceis de serem mantidos em veiculo oleoso , ambos em contato com qualquer veiculo aquoso ( agua ) terá como reação a cristalização imediata do produto no local aplicado causando dores , falsa infecção com o aumento da temperatura corporal causado pela defesa do seu organismo.
8 - Evite aplicar mais que 3ml no mesmo lugar e nunca misture veiculo aquoso com veiculo oleoso, lembre-se que nao sao todas que se pode misturar caso nao queira sentir dores e outros problemas adversos.
9 - Jamais aplique com a agulha que vc furar a borracha do bujão, ela perde o corte! Use uma agulha para furar o bujão e puxar a quantidade a ser injetada, depois, tire do bujão e troque por uma agulha nova para realizar a aplicação.
Para fazer uma auto-aplicação bem feita, basta seguir estas dicas:
1-Faça todo processo num local limpo;
2-Retire a ampola da caixa da deca ou durateston ou deposteron;
3-Retire a seringa do pacote que a protege e una a agulha à seringa e mantenha a proteção da agulha no local;
4-Quebre com cuidado a ponta da ampola
5-puxe o embolo vagarosamente sem deixar que a ponta da agulha encoste no fundo da ampola, pois isto fará com que a agulha perca um pouco o corte, dificultado a penetração na pele;
6-Após sugar todo o líquido para a seringa, dê uns toques de leve na mesma para desfazer (tentar) as bolinhas de ar que se formaram e vá empurrando o embolo devagar até que todo o ar saia da seringa. Não se preocupe se um pouco da substância vazar enquanto estiver fazendo isso;
7-Escolha o local para aplicar ( normalmente coxas, glúteos e ombros) e limpe-o com algodão humedecido em álcool;
8-Coloque a agulha inteira (não encostará no osso) e puxe o embolo lentamente (0,5ml já estará ótimo):
8.1-Entra sangue no embolo:
Retire a agulha e procure outro lugar para aplicar, próximo a ali ou outro músculo;
8.2-Não entra sangue no embolo:
Então basta empurrar o embolo lentamente com bastante calma até que toda a substância seja introduzido no músculo e depois retire a agulha do local;
9-Retirando a agulha do local verifique se saiu MUITO sangue. Não se desespere, você não aplicou dentro de uma veia ou vaso, provavelmente apenas a ultrapassou com a agulha. Se não saiu muito sangue, beleza;
10-Pegue outro algodão humedecido em álcool e coloque no local e massageie suavemente.
11-É imprescindível que todo o material seja corretamente cuidado, pois é lixo hospitalar, então recoloque a proteção nas agulhas antes de jogar fora, de preferência numa caixa ou sacola bem fechadas.
Para aplicar nos glúteos, lembre-se um pouco da aula de matemática:
Imagine um sinal de + no teu gluteo (divida seu gluteo em quadrantes)
Se for o da esquerda, aplique no primeiro quadrante.
Se for o da direita, aplique no segundo quadrante.
Outros locais para aplicação:
http://www.spotinjections.com/index3.htm
Site com fotos do procedimento
Seguindo os procedimentos citados neste guia, não haverá problemas advindos de aplicações mal feitas
Se for fazer, que faça direito.
Fez todos os procedimentos e teve dor pós-aplicação? Saiba o porquê
Neste artigo, vou rever as principais causas de dor muscular localizada, ternura e sensibilidade que são experimentadas como resultado das injeções via intramuscular (IM). Há dois grupos principais causadores da dor pós-aplicação,podendo ser classificado:
1. Dor devido à via de administração
2. Dor devido à substância a ser injetada
Dentro dessas duas categorias, existem outras sub-grupos de causas da dor da injeção, e estes serão discutidos em mais detalhes.
1. Dor devido à via de administração
1. Invasão da injeção. A causa inicial da dor causada pela injeção que pode ser experimentado é simplesmente o fato de que uma injeção IM em si é um procedimento invasivo, em que a barreira natural do corpo de pele está a ser penetrada por uma agulha fina e qualquer outro conteúdo de celular ao longo do trajeto da agulha é sendo cortado. Isto, em si, embora relativamente invasiva, pode causar alguma dor. Essa dor tende a ser inicial, no entanto, devido ao projeto de agulhas para injeção, a natureza curvo da ponta da agulha permite um mínimo de dor e, portanto, esta não é uma causa comum de dor pós-injeção.
2. Abrindo um novo local da injeção IM. Quando um novo local muscular é invadido e um volume de substância é injetada nele, há sempre alguma dor associada a uma injeção. O grupo do músculo não é usado para conter um volume adicional de uma substância, assim, a dor pode resultar. Isto somente é experimentada quando uma substância é utilizada pela primeira vez em uma injeção IM. É por isso que quando se utiliza um nova substância é incentivado para injetar uma quantidade menor, inicialmente, de 0,5-1ml dependente do tamanho do músculo. Essa dor geralmente é cessado após um local que já recebeu pelo menos uma injeção.
3. localização física de injeção. Muitas vezes, quando há uma injeção de uma substância, a localização física, que é onde a agulha libera a substância, pode causar desconforto após a injeção. Isso é mais provável devido à substância (especialmente se à base de óleo e lentamente absorvida) situar entre os grupos musculares ou em um pequeno músculo, pois isso irá causar mais dor do que está sendo injetado no meio de um músculo ou um maior agrupamento muscular. Isso pode acontecer de tempos em tempos, mesmo com usuários experientes.
4. Volume da substância injetada. O volume de injeção também vai fazer uma diferença significativa para qualquer dor e sofrimento experimentado. Geralmente, grandes volumes são melhor tolerados em grandes grupos musculares (músculo glúteo, quadríceps, etc), com pequenos grupos musculares (bíceps, tríceps, etc) mais justa, com volumes menores (<2 ml). À medida que aumenta o volume injetado, você aumenta a quantidade de substância contida dentro do músculo que está normalmente presente, assim você aumentar o risco de uma resposta inflamatória e a dor. Volumes muito grandes (> 5-6ml, especialmente de substâncias à base de óleo) não são recomendadas devido ao risco de desenvolvimento de um abscesso estéril.
2. Dor devido à substância a ser injetada
1. Desenvolvimento de abcesso. Como acontece com qualquer substância, a menos que seja estéril (e até mesmo em casos de bactérias estéril na pele e pêlos do corpo pode ser puxada para trás da barreira da pele dentro do corpo pelo processo de injeção), existe um risco elevado de desenvolver uma infecção interna conhecida como um abscesso . Isto irá resultar em grande quantidade de inchaço, vermelhidão, sintomas gripais e linfócitos aumentados, aumento da inflamação, resultando em um grau justo de dor experimentada. O risco de infecções, sendo desenvolvido ao usar produtos completamente estéreis, porém, é muito baixa.
2.Concentração do solvente da substância. A concentração e o tipo dos solventes utilizados na preparação da substância a ser injetada vai afetar toda a dor durante a aplicação e a dor que serão sentidas após a aplicação. Alguns amortecedores e solventes utilizados quando injetado em estado puro causam uma grande dor. Por exemplo, alguns peptídeos são suspensas em ácido acético 100mM, que quando injetado em pequenas quantidades pode dar ao usuário algum desconforto. É um ponto importante para fazer que a dor resultante da concentração de solvente usado é mais provável para começar bem logo após a injeção, de alguns minutos a um máximo algumas horas. A dor que leva mais tempo do que isso para se desenvolver é geralmente devido a outros fatores discutidos aqui.
Outro exemplo muito comum de solvente utilizado como conservante de esteróides anabolizantes e outras preparações de injeção IM, é o álcool benzílico (BA). Em altas concentrações, a BA irá causar dor causada pela injeção, na grande maioria dos usuários. No entanto, em concentrações <10% da BA, a maioria vai experimentar pouco de desconforto devido ao BA. Muitas pessoas afirmam que os laboratórios underground que fazem os esteróides anabólicos injetáveis,usam a maneira não-regulamentada de altos percentuais BA em seus produtos como o propionato de testosterona, que é por isso que os usuários experimentam a dor. É por isso que deve ser notado que, na realidade, muitas preparações farmacêuticas contêm quantidades maiores do que esperado da BA neles. Deca-Pronabol, uma forma farmaceuticamente produzidos de decanoato de nandrolona, contém 9% da BA e usuários em geral não relatam dor associada com a injeção. Algumas preparações de Sustanon-250 por empresas farmacêuticas estabelecidas são feitas com 10% de BA (BA 0,1 ml 1,0 ml por ampola). No entanto, muitos argumentam que aqui Sustanon-250 é uma injeção dolorida para muitos. Apesar disso, quando se olha para a composição dos ingredientes ativos de Sustanon-250, podemos ver uma quantidade de testosterona combinada propionato e fenilpropionato de cerca de 100mg/ml. Por motivos já discutidos na parte 2, podemos seguramente assumir que a dor é mais provável de ocorrer devido à alta concentração desses ésteres curtos, ao contrário meramente de alta concentração de BA. No entanto, vale lembrar que cada pessoa reage diferentemente a diversos solventes e 10% da BA não deve causar dor para muitos usuários, mas vai causar dor de uma percentagem significativa de outros usuários. Outros solventes na preparação para além daqueles descritos aqui podem também contribuir ou causar dor causada pela injeção, no entanto os que foram discutidos são os mais significativos no contexto da preparação de esteróides anabolizantes.
3. Concentração do produto ativo. Esta é provavelmente a causa mais comum de dor pós-injeção experimentados por usuários de esteróides anabólicos. Isso é mais provável devido à demanda para os laboratórios underground para produzir preparações mais concentradas de esteróides (mg alta / ml de hormônio) para reduzir o número de injeções e volumes. Um bom exemplo disso é a produção de propionato de testosterona por muitos laboratórios diferentes. Se olharmos para a preparação de propionato de testosterona por companhias farmacêuticas legítimas, vemos que a concentração máxima é normalmente produzida 50mg/ml. Apesar disso, a maioria dos laboratórios underground hoje vai produzir multi-uso de frascos de testosterona, que são no mínimo de 100mg/ml. Hormônios que contêm ésteres curtos nelas (como acetato, propionato, fenilpropionato) têm um ponto de fusão muito maior e, portanto, não pode ser feita tão concentrado como aqueles com os ésteres mais longos (enantato, decanoato, etc.) Apesar de propionato de testosterona pode ser efetivamente feito em quantidades padrão de solventes e óleo para 100mg/ml sem bater para fora desta solução, uma vez injetado no corpo, os solventes tendem a sair para fora da solução muito rapidamente, sendo absorvido muito mais rapidamente do que o óleo . Nas concentrações mais elevadas (que dependem de solventes para não falhar em solução), isso resultará em alguns dos hormônios caindo fora da solução ao dos cristais. Estes cristais causam desconforto muscular significativa, e também pode resultar no recrutamento de linfócitos envolvidos na inflamação, assim, a área em volta dos cristais podem ficar inflamados com um acúmulo de células sanguíneas. Isso leva tempo para que os cristais que foram absorvido pelo corpo a se dissiparem, razão pela qual este tipo de dor e desconforto geralmente dura por vários dias.
Deve-se notar, contudo, que existem determinadas transportadoras e solventes que permitem maior mg / ml preparações a serem feitas que resultam na redução da dor. Um solvente é utilizado ocasionalmente guaicol, que permite soluções mais concentradas para serem produzidos e também age como um apaziguador levemente analgésico da dor no local da injeção. Uma transportadora de lipídeos mais útil como uma alternativa a uma transportadora de petróleo normal é oleato de etila (EO). EO pode ser substituído por outros óleos carreadores, e é um transportador menos viscoso, que também permite que o hormônio possa ser dissolvido na mesma comparação com outros óleos. A segurança do OE para injetáveis em seres humanos é muitas vezes questionada, no entanto diversos produtos da injeção farmaceuticamente produzidos foram feitos que EO uso como um transportador, notadamente Farmak testosterona propionato. Além disso, o etanol (álcool) é convertido em diversos produtos no organismo quando ingerido, sendo um ácido oléico. Um problema potencial com o uso de óxido de etileno no entanto, é que uma pequena porcentagem de usuários pode ter uma reação alérgica à sua utilização, caracterizado por uma erupção cutânea e algum desconforto local, mas esta é uma reação mais rara a igualdade de oportunidades.
Abaixo está uma lista comum de esteróides anabólicos e, quando preparado com porcentagens de solventes comuns e as transportadoras de óleo normal (não EO), que a concentração máxima normal que pode ser alcançado antes de a dor é experiente:
Testosterona 100mg/ml <propionate
Enantato de Testosterona 300mg/ml <
Testosterona 250mg/ml <cypionate
Decanoato de nandrolona 325mg/ml <
150mg/ml nandrolona <fenilpropionato
Trembolona Acetato 100mg/ml <
Trembolona Enantato 250mg/ml <
Boldenone Undecilenato (EQ) <900mg/ml
Enantato de metenolona 75mg/mL <
Drostanolone 150mg/ml <propionate
Em resumo, existem várias causas diferentes de dor pós-aplicação IM, porém o mais prevalente e provável é que seja a concentração do hormônio usado na preparação e, por outro, em menor medida, a concentração de solventes utilizados. No entanto, como delineado, com qualquer injeção este é um procedimento invasivo que diz respeito à quebra de barreiras naturais do corpo, há sempre o risco de dor e desconforto.
Algumas dicas para aliviar dor no local da aplicação:
Pomada Hirudoid
Nimesulida (oral ou pomada)
Tanderalgin (anti-inflamatório oral, ótimo para aliviar os calombos de aplicação de stanozolol)
Diclofenaco potassico para uso tópico
Diclofenaco sódico para uso oral
Compressa quente
Massagear o local aplicado, para que a substância se espalhe um pouco mais no músculo.
segunda-feira, 17 de setembro de 2018
ESTERÓIDES E O CORAÇÃO (pressão, colesterol, enfarte)
“os efeitos de um vigoroso esquema de treinamento com pesos, o uso de esteróides anabolizantes, e a sensibilidade androgênica, pode ter predisposto esses homens jovens a lesões do miocárdio e subseqüente morte súbita.”
http://ciencia-atual...-esterides.html
Blood pressure and rate pressure product response in males using high-dose anabolic androgenic steroids (AAS).
http://www.ncbi.nlm....pubmed/14609147
Abnormal neurovascular control in anabolic androgenic steroids users.
http://www.ncbi.nlm....pubmed/19997008
“Além disso, o aumento nos níveis de pressão arterial em usuários de AAS está associada com aumentada fluxo simpático . Estes resultados sugerem que AAS aumenta a susceptibilidade para doenças cardiovasculares em humanos.”
Cardiac and metabolic effects of anabolic-androgenic steroid abuse on lipids, blood pressure, left ventricular dimensions, and rhythm.
http://www.ncbi.nlm....pubmed/20816133
” Jovens atletas saudáveis abusando AAS podem apresentar níveis elevados de lipoproteínas de baixa densidade e baixos níveis de lipoproteína de alta densidade . Embora os dados são conflitantes , AAS também têm sido associadas com elevada pressão arterial sistólica e diastólica e com hipertrofia ventricular esquerda, que pode persistir após a cessação AAS . Finalmente, em pequenos estudos de caso , o abuso de AAS tem sido associada com enfarto agudo do miocárdio e arritmias ventriculares fatais . Em conclusão , o reconhecimento desses efeitos adversos pode melhorar a educação dos atletas e aumentar a vigilância na avaliação de jovens atletas com anomalias cardiovasculares.”
Effects of androgenic-anabolic steroids in athletes.
http://www.ncbi.nlm....pubmed/15248788
” Por outro lado, o treinamento de resistência , sem a ingestão de AAS não conduz a um aumento da espessura da parede ventricular. AAS não afetam a função sistólica do ventrículo esquerdo , ao passo que a função diastólica pode ser prejudicada. Diferentes alterações ultra-estruturais do miocárdio foram documentados em estudos com animais . Além disso , o AAS podem induzir a hipertensão arterial . Coagulação sanguínea e fibrinólise são afetados negativamente , e vários estudos de caso de trombos existem em jovens atletas de força . Alterações na concentração de lipoproteínas no sangue , em particular uma redução no recipiente protector de HDL-colesterol , podem levar a aterosclerose precoce . Muitos relatos existem sobre mortes cardíacas em indivíduos aparentemente saudáveis – mais construtores de corpo muitas vezes e outros atletas de força . Em enfartes do miocárdio fatais e não fatais artérias coronárias patentes foram comprovadas com frequência. Além dos efeitos pró-trombóticos de AAS , uma função endotelial prejudicada e vaso-espasmo são discutidos hipoteticamente como pathomechanisms . Além disso, cardiopatia pode ocorrer devido a abuso de AAS . Na base dos possíveis efeitos secundários cardiovasculares descritos , pode concluir-se que, em casos de morte súbita em atletas jovens , um desvio de AS deve ser excluído.”
Androgenic anabolic steroid abuse and the cardiovascular system.
http://www.ncbi.nlm....pubmed/20020375
“As mudanças mais importantes são elevações concomitantes de LDL e diminuição de HDL , efeitos que aumentam o risco de doença arterial coronariana. E, finalmente, (6 ) a utilização dos EAA parece conferir um aumento do risco de arritmia com risco de vida que conduzem à morte súbita, embora os mecanismos subjacentes ainda estão longe de ser elucidados. Tomados em conjunto, várias linhas de evidência que envolvem uma variedade de mecanismos pato-fisiológicos sugerem um risco aumentado de doença cardiovascular em utilizadores de esteróides androgenésico anabólicos.”
Dia 09/09/2013 Lee Priest que chegou a bater pressão arterial 23×15. Olhos vermelhos por que os vasinhos não aguentaram e estouraram. Ou seja, para ter um AVC não faltou muito, teve sorte.
Blood pressure and rate pressure product response in males using high-dose anabolic androgenic steroids (AAS).
http://www.ncbi.nlm....pubmed/14609147
Abnormal neurovascular control in anabolic androgenic steroids users.
http://www.ncbi.nlm....pubmed/19997008
“Além disso, o aumento nos níveis de pressão arterial em usuários de AAS está associada com aumentada fluxo simpático . Estes resultados sugerem que AAS aumenta a susceptibilidade para doenças cardiovasculares em humanos.”
Cardiac and metabolic effects of anabolic-androgenic steroid abuse on lipids, blood pressure, left ventricular dimensions, and rhythm.
http://www.ncbi.nlm....pubmed/20816133
” Jovens atletas saudáveis abusando AAS podem apresentar níveis elevados de lipoproteínas de baixa densidade e baixos níveis de lipoproteína de alta densidade . Embora os dados são conflitantes , AAS também têm sido associadas com elevada pressão arterial sistólica e diastólica e com hipertrofia ventricular esquerda, que pode persistir após a cessação AAS . Finalmente, em pequenos estudos de caso , o abuso de AAS tem sido associada com enfarto agudo do miocárdio e arritmias ventriculares fatais . Em conclusão , o reconhecimento desses efeitos adversos pode melhorar a educação dos atletas e aumentar a vigilância na avaliação de jovens atletas com anomalias cardiovasculares.”
Effects of androgenic-anabolic steroids in athletes.
http://www.ncbi.nlm....pubmed/15248788
” Por outro lado, o treinamento de resistência , sem a ingestão de AAS não conduz a um aumento da espessura da parede ventricular. AAS não afetam a função sistólica do ventrículo esquerdo , ao passo que a função diastólica pode ser prejudicada. Diferentes alterações ultra-estruturais do miocárdio foram documentados em estudos com animais . Além disso , o AAS podem induzir a hipertensão arterial . Coagulação sanguínea e fibrinólise são afetados negativamente , e vários estudos de caso de trombos existem em jovens atletas de força . Alterações na concentração de lipoproteínas no sangue , em particular uma redução no recipiente protector de HDL-colesterol , podem levar a aterosclerose precoce . Muitos relatos existem sobre mortes cardíacas em indivíduos aparentemente saudáveis – mais construtores de corpo muitas vezes e outros atletas de força . Em enfartes do miocárdio fatais e não fatais artérias coronárias patentes foram comprovadas com frequência. Além dos efeitos pró-trombóticos de AAS , uma função endotelial prejudicada e vaso-espasmo são discutidos hipoteticamente como pathomechanisms . Além disso, cardiopatia pode ocorrer devido a abuso de AAS . Na base dos possíveis efeitos secundários cardiovasculares descritos , pode concluir-se que, em casos de morte súbita em atletas jovens , um desvio de AS deve ser excluído.”
Androgenic anabolic steroid abuse and the cardiovascular system.
http://www.ncbi.nlm....pubmed/20020375
“As mudanças mais importantes são elevações concomitantes de LDL e diminuição de HDL , efeitos que aumentam o risco de doença arterial coronariana. E, finalmente, (6 ) a utilização dos EAA parece conferir um aumento do risco de arritmia com risco de vida que conduzem à morte súbita, embora os mecanismos subjacentes ainda estão longe de ser elucidados. Tomados em conjunto, várias linhas de evidência que envolvem uma variedade de mecanismos pato-fisiológicos sugerem um risco aumentado de doença cardiovascular em utilizadores de esteróides androgenésico anabólicos.”
Dia 09/09/2013 Lee Priest que chegou a bater pressão arterial 23×15. Olhos vermelhos por que os vasinhos não aguentaram e estouraram. Ou seja, para ter um AVC não faltou muito, teve sorte.
PRÓSTATA - FIQUE ATENTO!
ALGUÉM AQUI JÁ SE PREOCUPOU COM A PRÓSTATA?
1° O que é a próstata? Uma glândula que faz parte do sistema reprodutor masculino e contribui produzindo e secretando diversas substancias no liquido ejaculatório, como por exemplo: zinco (fundamental para proteção dos espermatozoides), ácido cítrico (que mantém os níveis de Ph adequados para sobrevivência dos espermatozoides), fosfatase ácida prostática, o próprio PSA, etc.
2° O que é PSA? O antígeno prostático específico é uma protease da família das calicreinas sintetizada no epitélio prostático e excretada no fluido seminal. Há outros tecidos do corpo que tbm produzem PSA, mas em quantidades tão pequenas que não chegam a alterar os níveis plasmáticos e por isso o PSA pode ser classificado como um marcador órgão-específico. Os valores considerados normais ao exame são até 4ng/ml para PSA total. O PSA livre não é pedido de rotina, porque o protocolo mais atual determina sua solicitação somente quando os valores do PSA total forem entre 2,5 e 10ng/ml.
O estudo da regulação hormonal do PSA revelou que o gene regulador é diretamente relacionado com os hormônios androgênicos. Portanto, medicamentos que afetam a produção ou o metabolismo dos andrógenos influenciam os níveis séricos do PSA.
Porém, vocês lembram aquela máxima da medicina: “ TRATAR O PACIENTE E NÃO O EXAME DELE” ? Então, ela se encaixa perfeitamente mais uma vez.
O PSA pode sofrer alterações nos seus valores por diversas causas, sem que isso represente de fato que a glândula está aumentada. Algumas situações como trauma genital, infecção, ejaculação, massagem prostática podem elevar o PSA.
Então fica a pergunta: como saber se minha próstata está com alguma alteração sem ter feito exame?
É importante saber que existem 3 condições patológicas principais que podem ocasionar aumento da próstata: infecção bacteriana (prostatite), hiperplasia prostática benigna (HPB) e câncer de próstata. Mas para os usuários de esteroides creio que seja mais relevante a hiperplasia prostática benigna, uma vez que ela está mais relacionada às alterações androgênicas. Quero deixar claro que o objetivo do texto NÃO é determinar se o usuário de esteroide terá alguma dessas patologias, ate porque a comprovação disso ainda não se fez. O objetivo é alertar para a existência desse problema e como suspeitar precocemente.
De modo geral, os sintomas relacionados a alterações da próstata se dividem em 2 grandes grupos: sintomas irritativos e sintomas obstrutivos.
Os sintomas irritativos são: polaciúria (aumento da frequência urinária com pouco volume de urina em cada vez), disúria ( dor ao ato miccional), urgência/incontinência urinária e nictúria (aumento da necessidade de urinar durante a noite).
Já os sinais obstrutivos são mais mecânicos: sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, jato urinário fraco, hesitação miccional (tem vontade de urinar mas não consegue soltar a urina) e intermitência (interrupção espontânea da micção e retorno após um intervalo de tempo).
Como foi dito anteriormente, tanto o tamanho da próstata quanto os valores de PSA podem ser alterados pelo uso de andrógenos, e uma das comprovações disso é que o tratamento para os casos de HPB provém de duas frentes: medicamentos bloqueadores alfa-adrenérgicos que diminuem o tônus prostático e a resistência do colo da bexiga melhorando rapidamente o fluxo urinário (como Terazosin, Doxazosina), e no caso de próstatas bem aumentadas, drogas antiandrogenicas que promovem atrofia do epitélio glandular.
Entre as drogas antiandrogênicas está a finasterida, dutasterida, bloqueadores da 5 alfa-redutase, enzima responsável pela conversão da testosterona em DHT.
É importante ressaltar que NÃO é necessário incluir esse medicamento na sua TPC, porque de modo geral os sintomas se revertem com a cessação do uso do esteroide mesmo que lentamente ou até mesmo nem aparecem. Porém, se os sintomas listados a cima forem percebidos e tiverem relevância na sua qualidade de vida, vale a pena procurar orientação médica e iniciar o tratamento.
Como o nome da doença já diz, HPB é um processo benigno e NÃO tem nenhuma relação com o câncer de próstata. Uma HPB NUNCA irá evoluir para um câncer, essas patologias têm fisiologias distintas e acometem regiões diferentes da próstata.
Para encerrar, quero esclarecer alguns dos efeitos colaterais causados pela efedrina.
A efedrina é uma substancia agonista dos receptores adrenérgicos tanto os alfa-receptores ( 1 e 2) quanto os beta-receptores ( 1,2 e 3). E isso significa que ela possui a capacidade de induzir a liberação de adrenalina e epinefrina, o que aumenta o estado de alerta/vigia, condição interessante para um pré-treino, além disso, ela causa bronco dilatação que tbm é muito benéfica, pois melhora a qualidade respiratória, age determinando lipólise, através dos receptores Beta 3 adrenérgicos, etc.
Mas o ponto aonde eu quero chegar é que a efedrina, por causar uma vasoconstrição periférica (de toda superfície corporal) e por estimular os receptores alfa, acaba interferindo tanto no tônus da musculatura prostática (sensível aos receptores alfa 1 adrenérgicos) quanto na capacidade de ereção. O aumento do tônus da musculatura prostática pode levar a distúrbios urinários por comprimir a 1° porção da uretra que é a uretra prostática (passa por dentro da próstata) e a dificuldade de ereção é devida a essa vasoconstrição, pois o princípio básico da ereção peniana é a VASODILATAÇÃO no sistema venoso, para que haja maior irrigação nos corpos cavernosos, os quais uma vez “entupidos de sangue” comandam, juntamente com SNC e medula, o início e a manutenção da ereção.
Vale deixar claro que esses colaterais são todos chamados dose-dependente e uso-dependente, ou seja, diminuindo a dose ou cessando o uso, esses efeitos tendem a desaparecer sozinhos.
1° O que é a próstata? Uma glândula que faz parte do sistema reprodutor masculino e contribui produzindo e secretando diversas substancias no liquido ejaculatório, como por exemplo: zinco (fundamental para proteção dos espermatozoides), ácido cítrico (que mantém os níveis de Ph adequados para sobrevivência dos espermatozoides), fosfatase ácida prostática, o próprio PSA, etc.
2° O que é PSA? O antígeno prostático específico é uma protease da família das calicreinas sintetizada no epitélio prostático e excretada no fluido seminal. Há outros tecidos do corpo que tbm produzem PSA, mas em quantidades tão pequenas que não chegam a alterar os níveis plasmáticos e por isso o PSA pode ser classificado como um marcador órgão-específico. Os valores considerados normais ao exame são até 4ng/ml para PSA total. O PSA livre não é pedido de rotina, porque o protocolo mais atual determina sua solicitação somente quando os valores do PSA total forem entre 2,5 e 10ng/ml.
O estudo da regulação hormonal do PSA revelou que o gene regulador é diretamente relacionado com os hormônios androgênicos. Portanto, medicamentos que afetam a produção ou o metabolismo dos andrógenos influenciam os níveis séricos do PSA.
Porém, vocês lembram aquela máxima da medicina: “ TRATAR O PACIENTE E NÃO O EXAME DELE” ? Então, ela se encaixa perfeitamente mais uma vez.
O PSA pode sofrer alterações nos seus valores por diversas causas, sem que isso represente de fato que a glândula está aumentada. Algumas situações como trauma genital, infecção, ejaculação, massagem prostática podem elevar o PSA.
Então fica a pergunta: como saber se minha próstata está com alguma alteração sem ter feito exame?
É importante saber que existem 3 condições patológicas principais que podem ocasionar aumento da próstata: infecção bacteriana (prostatite), hiperplasia prostática benigna (HPB) e câncer de próstata. Mas para os usuários de esteroides creio que seja mais relevante a hiperplasia prostática benigna, uma vez que ela está mais relacionada às alterações androgênicas. Quero deixar claro que o objetivo do texto NÃO é determinar se o usuário de esteroide terá alguma dessas patologias, ate porque a comprovação disso ainda não se fez. O objetivo é alertar para a existência desse problema e como suspeitar precocemente.
De modo geral, os sintomas relacionados a alterações da próstata se dividem em 2 grandes grupos: sintomas irritativos e sintomas obstrutivos.
Os sintomas irritativos são: polaciúria (aumento da frequência urinária com pouco volume de urina em cada vez), disúria ( dor ao ato miccional), urgência/incontinência urinária e nictúria (aumento da necessidade de urinar durante a noite).
Já os sinais obstrutivos são mais mecânicos: sensação de esvaziamento incompleto da bexiga, jato urinário fraco, hesitação miccional (tem vontade de urinar mas não consegue soltar a urina) e intermitência (interrupção espontânea da micção e retorno após um intervalo de tempo).
Como foi dito anteriormente, tanto o tamanho da próstata quanto os valores de PSA podem ser alterados pelo uso de andrógenos, e uma das comprovações disso é que o tratamento para os casos de HPB provém de duas frentes: medicamentos bloqueadores alfa-adrenérgicos que diminuem o tônus prostático e a resistência do colo da bexiga melhorando rapidamente o fluxo urinário (como Terazosin, Doxazosina), e no caso de próstatas bem aumentadas, drogas antiandrogenicas que promovem atrofia do epitélio glandular.
Entre as drogas antiandrogênicas está a finasterida, dutasterida, bloqueadores da 5 alfa-redutase, enzima responsável pela conversão da testosterona em DHT.
É importante ressaltar que NÃO é necessário incluir esse medicamento na sua TPC, porque de modo geral os sintomas se revertem com a cessação do uso do esteroide mesmo que lentamente ou até mesmo nem aparecem. Porém, se os sintomas listados a cima forem percebidos e tiverem relevância na sua qualidade de vida, vale a pena procurar orientação médica e iniciar o tratamento.
Como o nome da doença já diz, HPB é um processo benigno e NÃO tem nenhuma relação com o câncer de próstata. Uma HPB NUNCA irá evoluir para um câncer, essas patologias têm fisiologias distintas e acometem regiões diferentes da próstata.
Para encerrar, quero esclarecer alguns dos efeitos colaterais causados pela efedrina.
A efedrina é uma substancia agonista dos receptores adrenérgicos tanto os alfa-receptores ( 1 e 2) quanto os beta-receptores ( 1,2 e 3). E isso significa que ela possui a capacidade de induzir a liberação de adrenalina e epinefrina, o que aumenta o estado de alerta/vigia, condição interessante para um pré-treino, além disso, ela causa bronco dilatação que tbm é muito benéfica, pois melhora a qualidade respiratória, age determinando lipólise, através dos receptores Beta 3 adrenérgicos, etc.
Mas o ponto aonde eu quero chegar é que a efedrina, por causar uma vasoconstrição periférica (de toda superfície corporal) e por estimular os receptores alfa, acaba interferindo tanto no tônus da musculatura prostática (sensível aos receptores alfa 1 adrenérgicos) quanto na capacidade de ereção. O aumento do tônus da musculatura prostática pode levar a distúrbios urinários por comprimir a 1° porção da uretra que é a uretra prostática (passa por dentro da próstata) e a dificuldade de ereção é devida a essa vasoconstrição, pois o princípio básico da ereção peniana é a VASODILATAÇÃO no sistema venoso, para que haja maior irrigação nos corpos cavernosos, os quais uma vez “entupidos de sangue” comandam, juntamente com SNC e medula, o início e a manutenção da ereção.
Vale deixar claro que esses colaterais são todos chamados dose-dependente e uso-dependente, ou seja, diminuindo a dose ou cessando o uso, esses efeitos tendem a desaparecer sozinhos.
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