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quarta-feira, 5 de setembro de 2018

Desvantagem mecânica: Uma variável fundamental na musculação

Está relacionada aos ângulos onde há um trabalho efetivo dos músculos alvo.
O uso inadequado desse conceito pode comprometer a segurança e, principalmente, o resultado.

Em exercícios multiarticulares (complexos) de puxar, basta não descansar em posições de alongamento.

Em exercícios multiarticulares (complexos) de empurrar, basta não utilizar encaixes articulares ou não descansar neles.

Em exercícios uniarticulares (isolamentos) com pesos livres basta evitar o alinhamento vertical entre peso e articulação.

Em exercícios uniarticulares em polias, vale a mesma orientação dos pesos livres, mas deve ser observada a direção e sentido da força transmitida pelo cabo e então, verificar o alinhamento com a articulação.
Em máquinas modernas, há uma tendência a não ocorrer vantagens mecânicas, devido aos sistemas de roldanas irregulares, porém, não as torna necessariamente mais eficazes que pesos livres.



O que é isso?


Desvantagem mecânica está diretamente relacionada ao torque ou momento de força, que seria a capacidade de uma força mover uma alavanca em torno de um eixo. Ou seja, a capacidade da carga em vencer a força aplicada pelo músculo alvo.
Em palavras simples, seria dizer que são os ângulos onde há exigência do músculo para elevar ou resistir à carga. Junto com o ajuste de posição e a amplitude de movimento, o bom uso das desvantagens mecânicas é fundamental para um bom treinamento. Por exemplo, no bíceps Scott, quando o punho ultrapassa horizontalmente o cotovelo, vindo em direção ao ombro, o vetor que deveria ser contrário ao vetor do bíceps, passa a trabalhar no mesmo sentido, ou seja, o movimento ocorre mesmo sem o bíceps se contrair, tornando-se uma posição de descanso para o bíceps, logo, reduzindo a efetividade do exercício.
Exercícios multiarticulares (cadeia cinética fechada ou complexos)
Nos exercícios para dorsais, como puxadas e remadas, não há grandes dificuldades. A única recomendação é que não haja descanso nas posições de alongamento.
Já em exercícios de empurrar (como os supinos, desenvolvimentos, agachamentos e leg press) ocorrem encaixes articulares, ou seja, pontos onde a sobrecarga que deveria recair sobre os músculos é direcionada aos ossos e articulações, o que é comprovado através de eletromiografia e avaliações de metabolismo. Sendo assim, mesmo fazendo parte do movimento, não se deve passar muito tempo nessas posições e, se possível, evitá-las, visto que estudos demonstram que o ato de descansar alguns segundos entre repetições reduz muito a efetividade do exercício, principalmente em treinos com maior tempo de contração e cargas não muito elevadas (didaticamente chamados de metabólicos).
Essa abordagem sobre os encaixes articulares vale tanto para exercícios livres quanto para exercícios em máquinas.
Exercícios Uniarticulares com pesos livres
Nos exercícios uniarticulares (isolamentos) é muito clara essa visualização, basta identificar os 2 pontos onde o peso e a articulação em questão alinham-se verticalmente. O movimento deve ocorrer apenas nos ângulos entre esses 2 pontos.
Nesse caso, os erros mais comuns, além do comentado na rosca Scott, são as elevações laterais com posições de descanso com o peso abaixado e no crucifixo com halteres, onde há uma tendência a ultrapassar o peso da linha vertical com o ombro, chegando até a tocar os pesos.
Em exercícios em polias, vale a mesma regra, basta apenas lembrar-se que neste caso, a ação da gravidade sobre o peso está sendo transmitida por cabos, logo, deve-se achar a direção e o sentido do movimento imposto pela carga e utilizar o mesmo raciocínio.


Exercícios uniarticulares em máquinas:


Atualmente, as indústrias de equipamentos para academias têm buscado aperfeiçoar suas máquinas, tentando evitar que haja vantagens mecânicas, ou seja, proporcionando desvantagens mecânicas em toda a amplitude do movimento, impedindo que o músculo entre em uma posição de descanso, o que eles chamam de sistemas de roldanas inteligentes ou irregulares.
Partindo dessa idéia, cada máquina deve ser analisada de modo individual, tornando impossível a explicação num texto breve como esse.



Conclusão sobre isso:


A amplitude do exercício é um fator primordial para a boa qualidade de execução. Porém, deve ser sempre observado se há solicitação do músculo em toda a extensão do movimento, caso contrário, não haverá um estresse muscular efetivo. Isso quer dizer que o bom aproveitamento das desvantagens mecânicas pode ser um método muito efetivo de buscar resultados com segurança, afinal, o bom uso desses conceitos de cinética angular faz com o que o músculo seja estimulado de maneira adequada, reduzindo o estresse articular, ou seja, mais resultados com mais segurança.

FST-7 NÃO É TÃO SIMPLES QUANTO PARECE ALONGAR A FÁSCIA MUSCULAR

AVISO: NÃO É TÃO SIMPLES QUANTO PARECE ALONGAR A FÁSCIA MUSCULAR COMO MOSTRA O TEXTO ABAIXO... SE FOSSE TÃO SIMPLES ASSIM COM O TREINO, O CORPO PODERIA IR MTO MAIS LONGE, SEM TER QUE APLICAR TÉCNICAS DE APLICAÇÕES LOCAIS E INCLUSIVE AS MASSAGENS MIOFACIAIS! 

É UM BOM TREINO PRA ESTÍMULO DO MÚSCULO, MAS TEM MTO MARKETING ENCIMA DO ALONGAMENTO DA FÁSCIA!

BOA LEITURA...

O treino FST-7 foi criado por Hany Rambod, um famoso personal e Bodybuilder natural, famoso por sua carreira precoce dando inicio com seus 18anos.
O FST-7 é um treino que consiste em alongar a fáscia (tecido grosso,e pouco elástico que envolve o músculo), para que assim ela se torne mais fina e consequentemente se tornara mais fácil o ganho de massa muscular.

*Como alongar a fáscia?
Hany descobriu que existem apenas 2 maneiras de afinar a fáscia muscular sendo elas:
1°-Com o pump(enchendo o o máximo possível o músculo de sangue durante o treino para que assim o músculo inche e estique a fáscia)
2°-Alongando(alongando o músculo nos intervalos entre series para que a fáscia se estique)

Treino

1° parte-Começamos o treino usando exercícios basicos pesados como supino inclinado, agachamento, remada curvado entre outros. Nesta primeira parte do treino utilizamos uma variação de repetições entre 8 e 10 com a maior carga possível.
2°parte-Essa é a parte que se refere ao "7", você devera fazer 7 series de 8 a 12 repts, com intervalos de apenas 30seg entre eles.
Essa parte do treino é a responsável pelo pump muscular, lembrando que é de extrema importância respeitar o numero de repts nessa fase, caso não esteja concluindo corretamente, diminua o peso e faça corretamente.
3°parte-Alongue bem os músculos nos intervalos entre series.
4°parte-Os exercícios deverão ser escolhidos do seguinte modo:
De 2 a 3 compostos (para a hipertrofia), e 1 isolador(para o pump).

Vou postar agora um exemplo de treino, o treino no qual estou seguindo:

Segunda-Feira: 

Bíceps/Tríceps/Panturrilha

Bíceps
1- Barra Fixa Sulpinada – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
2- Rosca Scoth – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
3- Rosca Direta – 7×8/12 – 30 seg. de intervalo
Tríceps
1- Paralelas – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
2- Tríceps Testa – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
3- Tríceps Corda – 7×8/12 – 30 seg. de intervalo
Panturrilha
1- Panturrilha Sentado – 3×10/12 – 90 seg. de intervalo
2- Panturrilha em Pé (Smith) – 7×12/15 – 30 seg. de intervalo

Terça-Feira: 

Quadríceps/Femural

Quadríceps
1- Agachamento Livre – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
2- Leg Press – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
3- Mesa Extensora – 7×8/12 – 30 seg. de intervalo
Femural
1- Stiff – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
2- Mesa Flexora – 7×8/12 – 30 seg. de intervalo

Quarta-Feira: Descanso

Quinta-Feira: Peitoral/Tríceps

Peitoral
1- Sulpino Inclinado (Halteres) – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
2- Sulpino Reto (Barra) – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
3- Crussifixo no Peck Deck – 7×8/12 – 30 seg. de intervalo
Tríceps
1- Tríceps Testa – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
2- Tríceps Coice – 7×8/12 – 30 seg. de intervalo

Sexta-Feira: Costas/Bíceps

Costas
1- Puxador Frente – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
2- Remada Curvada (Barra) – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
3- Remada Fechada (Aparelho) – 7×8/12 – 30 seg. de intervalo
Bíceps
2- Rosca Alternada – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
3- Rosca Direta – 7×8/12 – 30 seg. de intervalo

Sábado: Ombro/Panturrilha

Ombro
1- Desenvolvimento Frente (Smith ou Barra) – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
2- Remada Alta (Barra) – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
3- Crucifixo Inverso – 3×8/10 – 90 seg. de intervalo
4- Elevação Lateral – 7×8/12 – 30 seg. de intervalo
Panturrilha
1- Panturrilha Sentado – 3×10/12 – 90 seg. de intervalo
2- Panturrilha em Pé (Smith) – 7×12/15 – 30 seg. de intervalo

Domingo: Descanso

Importante
Este treino deve ser seguido apenas por atletas de intermediário ao avançado, não devendo ser utilizados por iniciantes, uma vez que o mesmo é necessário músculos bem fortalecidos,tais como tendões e ligamentos.

EFEDRINA COMPLETO (TUDO SOBRE ELA DE A a Z, DE 1 a 1000)

A efedrina é uma droga estimulante que pertence ao grupo de medicamentos conhecidos como simpaticomiméticos (meia vida de 3 a 6 horas - similar aos sintéticos das anfetaminas). Na medicina a efedrina é usada como broncodilatador, descongestionante nasal, vasopressor. É uma estimuladora do sistema nervoso central, através da liberação de noradrenalina pelos neurônios pré-sinápticos, que interagem com os receptores adrenérgicos levando a formação de AMPc e ativando a lipólise. Além disso possui a capacidade da aumentar a quantidade de adrenalina circulante.



A efedrina é um agonista adrenérgico não-específico (age tanto nos receptores beta quanto nos alfa, BEM DIFERENTE do clembuterol que é um beta agonista 2 específico) e seu efeito lipolítico depende da proporção entre esses receptores no tecido alvo (quanto mais receptor beta maior a lipólise). Uma desvantagem de drogas beta estimuladoras é sua capacidade de interagir receptores beta cardíacos, podendo levar uma estimulação excessiva ao coração (taquicardia). Entretanto, pela efedrina ser um beta agonista não específico, também apresenta vantagens, pois acaba podendo interargir a uma maior variedade de receptores adrenérgicos benéficos (termogênese). (16) (17)



A efedrina parece levar a uma maior ação das deiodinases tireoideanas, levando a uma maior conversão periférica de T4 (inativo) em T3 (ativo), como observado em estudos durante tratamentos de 4 semanas(16). Além dos benefícios ja esperados na queima de gordura, altos níveis de T3 são capazes de aumentar a sensibilidade adrenérgica a adrenalina e noradrenalina.

Outra vantagem é que, embora sua potência seja menor, sua capacidade de dessensibilizar (saturação dos receptores) os receptores também é (como regra geral, quanto maior é o estímulo, maior e mais rápida é a dessensibilização). Apesar de estudos mostrarem que a administração de efedrina em apenas 24h diminuiu a concentração de receptores em 32% (14), outros estudos mostram efeitos visíveis da efedrina por até 20 semanas (18). A efedrina tem sua ação realizada, em grande parte (40%), pelos receptores beta-3(19). Esses receptores não apresentam propriedades estruturais que são responsáveis pela dessensibilização dos receptores beta-2(20), sendo resistentes a esse evento. Então realmente a efedrina vai ter sua eficácia diminuida sob os receptores beta-2 em um curto período de tempo, porém ela continuará tendo atividade através dos receptores beta-3.



A efedrina, apesar de sua MV curta, preservou a massa magra e melhorou a deposição proteica durante um período de dieta hipocalórica(15). O tecido muscular apresenta vários receptores beta 2 e sua ativação parece aumentar a taxa de síntese proteica, através do mesmo sistema de segundo mensageiro que estimula a lipólise. Além disso, o exercício intenso aumenta a densidade dos receptores beta-2, criando um sinergismo potente. O próprio efeito dos beta-agonistas em disponibilizar mais gordura para oxidação (ENERGIA) tem um efeito anti-catabólico.





A principal aplicação para efedrina entre BB's e atletas é de perda de gordura. A droga é mais eficiente em combinação com a cafeína. O usuário vai notar um aumento na temperatural corporal como um mercador que a combinação de efedrina e cafeína está fazendo seu trabalho. Esse aumento de temperatura causado pelo uso dessa combinação não é desconfortável, insuportável, porém você vai começar a notar uma sudorese maior. O uso da mesma é interrompido logo que a temperatura do corpo voltar ao normal, um sinal claro que o efeito dessa combinação não está funcionando como desejado. Uma pausa entre 2~6 semanas é recomendado normalmente. Porém o uso de uma outra droga aqui para a desaturação dos receptores (cetotifeno 1mg ~2mg por dia) pode ser utilizado para um melhor aproveitamento da droga, e consequentemente da queima de gordura.





Estudos EC para perda de peso:

1) Os pesquisadores concordam que a combinação aumentar a perda de gordura e ao mesmo tempo mantém a massa muscular. Um estudo descobriu que as mulheres que foram dadas EC perdeu duas vezes mais gordura (4,5kg a mais) e manteve três quartos (2.8 kg menos de perda de MM) em comparação ao outro grupo que não usou nada, apesar de perda de peso ser semelhante no estudo (10,09kg vs 8,40kg), a composição corporal mudou significativamente.



2) Outro estudo descobriu que EC é 29% mais eficaz do que dexfenfluramina (Redux).



3) Em um terceiro estudo foi descoberto que a efedrina sozinha ou a cafeína sozinha não aumenta a perda de peso significativamente em uma dieta com déficit de calorias por dia. No entanto, a combinação de efedrina com cafeína resultou uma perda de peso maior do que apenas efedrina ou cafeína sozinha, na perda de peso em pessoas em uma dieta de 1.000 por dia dieta. No entanto, o EC junto causou uma perda de peso de 4,54kg durante um estudo de seis meses contínuos de uso.





Benefícios:

Numerosos estudos têm mostrado que a efedrina não só poupa massa muscular durante a perda de peso, mas também mantém os níveis de HDL alto, que normalmente caem durante a perda de peso. Um estudo descobriu que os níveis de HDL com EC aumentou de 9% em comparação com uma redução de 5% nas pessoas que não usaram. Isto significa que a EC, pode reduzir o risco de doença cardiovascular (EITA LÁ!). O uso a longo prazo não eleva o açúcar no sangue e melhora realmente a sensibilidade à insulina. Finalmente, a efedrina foi encontrada para inibir a lipogênese (a conversão de carboidratos para a gordura :???: ).



Efeitos colaterais:



Perdendo a virgindade da efedrina, a maioria das pessoas vai experimentar típicos efeitos colaterais leves. Estes efeitos são dose-dependentes e são drasticamente reduzidos com o uso continuado. Um estudo encontrou uma redução de 90% nos efeitos colaterais, após dois meses de uso. Os efeitos colaterais mais comuns incluem nervosismo, dor de cabeça, taquicardia, boca seca, ansiedade, agitação, tremor nas mãos e insônia. Um pesquisador observou que as pessoas com uma personalidade mais nervosa tendem a experimentar os efeitos colaterais mais forte. Os efeitos colaterais podem ser minimizados ou eliminados, iniciando com uma dose pequena (talvez 15~25mg) e ir aumentando gradativamente para uma dose maior ao longo de várias semanas como a tolerância.



*Recomendações: Evite passar de uma dosagem maior que 150mg de efedrina, por dia, e sempre faço uso várias vezes ao dia, de preferência 2x ~ 3x ao dia, como a meia vida é de 3~6 horas, seu uso pode ser a cada quatro horas ou mais, dependendo da individualidade de cada um. Anteriormente num estudo focado apenas na cafeína, recomenda-se não usar mais que 800mg de cafeína entre seu meio tempo de vida (3~4 horas), as pessoas começam a apresentar sinais de intoxificação pela cafeína, o que causa fortes dores de cabeça, já fiz isso, antes de aeróbico longo, usando 125mg/1250mg EC entre 4 horas, e as dores de cabeça ficaram aproximadamente até umas 6 horas depois da minha caminhada. EXPERIÊNCIAS MINHAS.



Mercado:



Atualmente no Brasil, a Anvisa proibe o uso da substância efedrina. No entanto, ela pode ser encontrado livremente em farmácias, em produtos como Franol (15mg, já não mais disponível em algumas cidades.) e Marax (25mg). A teofilina anidra composto nos dois produtos vendidos aqui no Brasil, é do grupo das xantinas (mesmo grupo da cafeína e tem seu efeito similar), e a hidroxizina dicloridrato encontrado apenas no Marax, modifica a ação principal da efedrina, impedindo a excitação excessiva dos indivíduos, minimizando um pouco os efeitos colaterais, entretanto não afeta o efeito de queima de gordura da efedrina. Ela pode ser encontrada num valor de 7 a 20 reais, tem um preço relativamente muito baixo.



Contra-indicações:

Efedrina não deve ser usada por pessoas com doenças cardiovasculares, angina, hipertensão, doenças da tireóide e homens com hiperplasia benigna da próstata (aumento da próstata).



Interações:



A efedrina deve ser usada com muito cuidado junto aos antagonistas de alfa-2 (IOIMBINA) ou outros beta agonistas (clembuterol, salbutamol), como os seus efeitos combinados podem causar uma crise hipertensiva. Você pode acabar indo parando no hospital.





Conclusões finais:



1. Aumenta a perda de gordura.
2. Mantém a massa muscular.
3. Impede a queda do colesterol HDL durante a perda de peso.
4. Aumenta a sensibilidade à insulina.
5. Reduz a lipogênese.

6. Leve efeito diurético
7. E é seguro se usado de forma adequada. (Apesar de todas as notícias sensacionalistas dizerem o oposto).

PROTEGENDO O FIGADO DURANTE OS CICLOS

Uma das maiores preocupações dos usuários mais cautelosos de esteróides anabólicos¸ sempre é a saúde de seu fígado. Lógico que existem muitos que não estão nem aí tanto para o estado do seu fígado quanto para outros órgãos do corpo¸ principalmente o cérebro. São esses imbecis que normalmente acabam desenvolvendo diversos efeitos colaterais provenientes do uso incorreto de drogas anabólicas¸ e quando não há mais nada a fazer¸ culpam as drogas por sua infelicidade¸ quando na verdade deveriam culpar sua própria
ignorância.



Este artigo expõe algumas estratégias para minimizar o nível de lesão a este órgão durante um ciclo¸ assim como promover uma regeneração mais rápida e eficaz após o término da administração das drogas. Esta última consideração é extremamente importante principalmente para aqueles que insistem em fazer ciclos subseqüentes¸ mantendo muitas vezes¸ pequenos intervalos entre os mesmos.



O fígado é o maior órgão do corpo humano. Pesa cerca de 1¸5 kg localizandose ao lado direito¸ no quadrante superior da cavidade abdominal¸ protegido pelas costelas. Esse órgão executa mais de 500 funções importantes em nosso organismo¸ sendo que as principais são as seguintes:



- Integração entre os vários mecanismos energéticos do organismo
- Armazenar e metabolizar vitaminas;
- Fazer síntese de proteínas plasmáticas;
- Detoxificação de toxinas químicas produzidas pelo organismo;
- Detoxificação de toxinas químicas externas ao organismo;
- Filtragem mecânica de bactérias;
- Controle do equilíbrio hidro-salínico;
- Síntese de gorduras e secreção do suco biliar.



Quase todos os esteróides causam lesão no fígado¸ sendo que os 17 alphaalquelados são os mais tóxicos pela dificuldade de processamento. Observa-se maior toxicidade por parte de drogas como a oximetolona¸ stanozolol¸ methandrostenolona¸ metiltestosterona e em menor grau¸ pela oxandrolona.



Vale mencionar que vários medicamentos largamente utilizados pela população¸ tais como os “inocentes” ácido acetil salicílico (aspirina) e o paracetamol (tylenol)¸ podem ser tanto ou até mesmo mais tóxicos ao fígado do que os “temíveis” esteróides anabólicos.



O tipo de lesão hepática clássica encontrado em usuários de esteróides anabólicos denomina-se colestática. As alterações na estrutura dos hepatócitos acontecem provavelmente por ação oxidante na membrana¸ por meio do aumento de LDH plasmático e pela diminuição da glutationa peroxidase (enzima antioxidante). Retenção de bile nos canalículos biliares ocorre principalmente com o uso da oximetolona.



A maior parte das lesões promovidas no fígado são reversíveis tão logo o uso do medicamento seja interrompido¸ devido a grande capacidade de regeneração desse órgão. Existem relatos de fígados que se regeneraram após terem cerca de 80% de seus hepatócitos comprometidos. Porém¸ efeitos mais sérios como icterícia somatizada pelo amarelamento da pele¸ das unhas e branco dos olhos é um sinal para imediata interrupção do medicamento e procura de orientação médica para monitoramento das funções hepáticas.


Cuidados durante o ciclo



Para os que ainda insistem em fazer uso dessas drogas hepatotóxicas¸ o primeiro passo¸ após um exame cerebral para verificar o grau de sanidade¸seria realizar uma bateria de exames laboratoriais a fim de verificar a saúde de seu fígado. Os exames mais comuns denominam-se aminotransferases. Estas são enzimas amplamente distribuídas nos tecidos humanos¸ porém atividades mais elevadas são encontradas no miocárdio¸ fígado¸ músculo esquelético¸ com pequenas quantidades nos rins¸ pâncreas¸ baço¸ cérebro¸ pulmões e
eritrócitos. Os níveis séricos das aminotransferases são importantes na verificação da função hepática. As aminotransferases mais úteis a fim de diagnóstico são: transaminases glutâmico-oxaloacética e transaminases glutâmico pirúvica. Além de logicamente evitar superdosagens dessas drogas¸ o segundo passo seria a adoção de algumas medidas profiláticas¸ dentre elas¸ a inclusão de protetores hepáticos¸ evitar alguns medicamentos e ervas específicas¸ manter uma boa alimentação¸ etc.

Com relação aos protetores hepáticos¸ o mais conhecido e utilizado é o silybum marianum ou silimarina. Diversos estudos científicos realizados na Alemanha confirmam os efeitos benéficos da silimarina. Extraída das sementes do cardo marianum e formada por flavonolignanos¸ a silimarina apresenta grande capacidade regeneradora dos hepatócitos¸ provavelmente por estimular a síntese de proteínas. Estudos comprovaram seu poder na diminuição dos níveis de bilirrubinas¸ redução da esteatose hepática e dos níveis de
transaminases.

Entre outros protetores hepáticos estão: a cynara scolymus – a conhecida alcachofra¸ que aparentemente também apresenta uma ação regeneradora¸ mas necessita de mais estudos para confirmar tal efeito; os ácidos graxosômega 3 e o óleo de prímula da noite que possuem ação anti-inflamatória e ajudam na diminuição das transaminases; os aminoácidos metionina¸ cisteína e glutamina que auxiliam na eliminação das toxinas hepáticas; a vitamina E¸ o mineral selênio e o ácido alpha-lipóico¸ que atuam na síntese do complexo
antioxidante glutationa peroxidase.

Quanto à dieta¸ deve-se evitar uma ingestão excessiva de ferro (carne vermelha)¸ vitamina A (acima de 10.000 UI/dia)¸ frituras¸ alimentos gordurosos e condimentados¸ minimizar o álcool¸ incentivar a ingestão de proteínas vegetais (soja)¸ peixes¸ frutas¸ cereais¸ verduras e legumes. Ainda quanto à alimentação¸ o uso do alecrim é uma boa escolha por sua ação antioxidante¸ protetora e regeneradora hepática; já a alfafa auxilia no processo digestivo; o
abacate é um grande protetor hepático¸ pois estudos realizados no Japão demonstraram uma diminuição do dano ao fígado em pessoas que comiam abacate todos os dias; o abacaxi¸ através da bromelina¸ auxilia a digestão; o boldo¸ na forma de chḠajuda a diminuir as transaminases e auxilia no processo digestivo; e o chá verde¸ devido sua ação antioxidante e digestiva. Deve-se ainda evitar ervas hepatotóxicas¸ tais como a equinácea e a valeriana¸ e ter cautela com alguns medicamentos¸ como os antiinflamatórios hormonais¸
a maioria dos antibióticos¸ fenitoína¸ bupropiona¸ anti-depressivos tricíclicos¸ acetaminofem¸ paracetamol¸ ácido acetil salicílico¸ dentre outros. Uma boa medida é sempre verificar a bula dos medicamentos¸ a fim de constatar se existe algum risco de toxicidade hepática.


Cuidados ao terminar o ciclo



Ao se terminar um ciclo com drogas anabólicas hepatotóxicas¸ é comum que o fígado tenha sofrido lesões em algum grau. Devido a grande capacidade de regeneração deste órgão¸ como já mencionado¸ a tendência é que o órgão recupere toda sua estrutura em um determinado período. Porém¸ existem medidas que podem otimizar este processo¸ sendo estas fundamentais para aqueles ainda mais teimosos que insistem em realizar ciclos pesados com maior freqüência e com curto período de intervalo entre os mesmos.

Após um ciclo¸ o sistema de detoxificação do fígado é sobrecarregado¸ sendo que os metabólitos tóxicos se acumulam e a sensibilidade a outros químicos torna-se progressivamente maior. A implementação da dieta detoxificante deve ser feita de maneira progressiva e dura¸ em média¸ de três a quatro semanas.
É importante a conscientização do indivíduo para que a dieta detoxificante faça parte da rotina diária¸ mantendo os resultados benéficos a longo prazo.

Quando o objetivo da terapêutica nutricional é detoxificar ou melhorar a reserva orgânica hepática¸ alguns aspectos também devem ser considerados. Alguns alimentos e bebidas que contêm toxinas e alergenos alimentares deveriam ser excluídos da dieta¸ como leite de vaca¸ açúcar e glúten.

A hidratação adequada é importante para eliminar os produtos biotransformados¸ possibilitando a excreção mais eficiente dos compostos tóxicos. É importante ressaltar que de nada adianta ingerir grande quantidade de água em um determinado período. A melhor forma de hidratar-se é administrar pequenas quantidades de líquidos¸ constantemente¸ durante todo o dia. Uma das principais vias de eliminação de toxinas modificadas é a bile.
Entretanto¸ quando a excreção de bile é inibida¸ as toxinas ficam no fígado por mais tempo.



Alimentos como o chá verde ou preto¸ alecrim¸ alho e cebola¸ frutas cítricas¸ frutas vermelhas¸ oleaginosas¸ cereais integrais e leguminosas¸ soja¸ peixes e alimentos orgânicos possuem propriedades benéficas ao processo de detoxificação de acordo com sua composição.

Agentes como a colina¸ betaína¸ metionina¸ vitamina B6¸ ácido fólico e vitamina B12¸ são úteis para promover a fluidez da bile para fora do fígado. Já as vitaminas do complexo B são importantes para evitar o dano celular e ajudar no mecanismo de detoxificação.

Os alimentos funcionais são auxiliares no processo de detoxificação¸ entre eles destacam-se os vegetais brássicos (agrião¸ brócolis¸ couve-chinesa¸ couve-debruxelas¸ couve-folha¸ mostarda¸ nabo¸ rabanete e repolho).



Elementos probióticos¸ tais como os lactobacillus e os bifidobactériuns¸ também atuam na metabolização de medicamentos. Eles podem ser definidos como preparações ou produtos contendo microorganismos determinados que¸ quando viáveis e em número suficiente¸ alteram a microbiota intestinal do indivíduo¸ exercendo efeitos benéficos à sua saúde.

A vitamina C (ácido ascórbico)¸ além de auxiliar no processo de detoxificação¸ também atua reduzindo a ação do hormônio catabólico cortisol¸ que normalmente encontra-se elevado após o término de um ciclo. A silimarina além de seu efeito protetor já mencionado¸ também possui ação detoxificante.


Vale ressaltar novamente que o melhor para a saúde de qualquer fígado é manter-se longe de qualquer tipo de droga anabólica¸ ainda mais quando observa-se que os objetivos estéticos alvejados pela maioria de seus usuários¸ poderiam ser atingidos por meio de treinamento rigoroso e dieta adequada. Maiores informações sobre o assunto podem ser obtidas no livro Guerra Metabólica – Manual de Sobrevivência.

quinta-feira, 9 de maio de 2013

A verdade a sima de qualquer dor!

Não quero uma mulher
Que seja gorda ou magra
Ou alta ou baixa
Ou isto e aquilo.

Não quero uma mulher
Mas sim um porto, uma esquina
Onde virar a vida e olhá-la
De dentro para fora.

Não espero uma mulher
Mas um barco que me navegue
Uma tempestade que me aflija
Uma sensualidade que me altere
Uma serenidade que me nine.

Não sonho uma mulher
Mas um grito de prazer
Saindo da boca pendurada
No rosto emoldurado
No corpo que se apoie
Nas pernas que me abracem.

Não sonho nem espero
Nem quero uma mulher
Mas exijo aos meus devaneios
Que encontrem a única
Que quero sonho e espero
Não uma, mas ela.

E sei onde se esconde
E conheço-lhe as senhas
Que a definem. O sexo
Ardente, a volúpia estridente
A carência do espasmo
O Amor com o dedo no gatilho.

Só quero essa mulher
Com todos seus desertos
Onde descansar a minha pele
Exausta e a minha boca sedenta
E a minha vontade faminta
E a minha urgência aflita
E a minha lágrima austera
E a minha ternura eloquente.

Sim, essa mulher que me excite
Os vinte e nove sentidos
A única a saber
O que dizer
Como fazer
Quando parar
Onde Esperar.

Essa a mulher que espero
E não espero
Que quero e não quero
Essa mulherportoesquina
Que desejo e não desejo
Que outro a tenha.

Que seja alta ou baixa
Isto ou aquilo
Mas que seja ela
Aquela que seja minha
E eu seja dela
Que seja eu e ela
Eu ela eu lá nela
Que sejamos ela.

E eu então terei encontrado
A mulher que não procuro
O barco, a esquina, Tu.
Sim, tu, que espreitas
Do outro lado da esquina, no cais,
A chegada do marinheiro
Como quem apenas me espera.

Então nos amarraremos sem vergonha
À luz dos holofotes dos teus olhos,
E procriaremos gritos e gemidos
Que iluminarão todas as esquinas.

Será o momento de dizer
Achei/achamos amei/amamos
E por primeira vez vocalizar o
Somos, pluralizando-nos
Na emoção do encontro.

Essa a mulher
que não procuro
nem espero.
Viste-a? Tu!